Consulta pública do Parque Urbano e Marina da Beira-mar poderá ser feita até domingo - Cidades - O Sol Diário

FLORIANÓPOLIS17/11/2016 | 08h43Atualizada em 17/11/2016 | 08h43

Consulta pública do Parque Urbano e Marina da Beira-mar poderá ser feita até domingo

Manifestações, críticas e dúvidas devem ser encaminhadas para o portal da prefeitura

Consulta pública do Parque Urbano e Marina da Beira-mar poderá ser feita até domingo Divulgação/Divulgação
Foto: Divulgação / Divulgação

Está aberta até domingo, 20, a consulta pública dos estudos que foram realizados para a construção da marina privada e do parque público na Avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. Todas as manifestações, críticas e dúvidas devem ser encaminhadas para o portal da prefeitura. Após o fim da análise, a prefeitura deverá aguardar a aprovação da Lei de Concessão que tramita na Câmara de Vereadores desde junho.

O projeto, feito pelas empresas ARK7 Arquitetura e a AJX & Karolyne Soares, está orçado em R$ 88 milhões e será pago pela empresa que vencer a licitação da obra, que terá a concessão do espaço por 30 anos. 

Na proposta final, o plano para a estrutura do local – aberto à comunidade, com área de lazer, integração de modais náuticos, vagas molhadas com um braço para a futura instalação de transporte marítimo, restaurante e equipamentos para a prática de esportes – deve ficar conforme o da ARK7 Arquitetura. Já a análise de territorialidade, impacto, diagnóstico ambiental e aspectos legais ficará por conta da AJX & Karolyne Soares.

Estrutura

A marina será construída entre a Praça de Portugal e a Praça do Sesquicentenário. A estrutura terá extensão de 300 metros no mar, incluindo aterro e espaço aquático de profundidades de 1,5 metros a 4 metros. A entidade concessionária que vencer o direto de construção terá que  começar os trabalhos no prazo de 30 dias após a emissão de todas as licenças exigidas legalmente, e, terá cinco anos para concluí-lo.

No empreendimento, apenas 10% dos 600 estacionamentos de barcos serão destinados ao uso de entidades públicas – como Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, ICMBio ou Capitania dos Portos –, de acordo com a Setur. O restante dos espaços será explorado pela empresa que vencer a licitação. 

O terreno a ser usado para construção ainda é de propriedade da União, mas, de acordo com a prefeitura, já foram feitas reuniões junto à Secretaria de Patrimônio da União (SPU) para que local passe a ser propriedade do município. Conforme a assessoria da Secretaria de Turismo da Capital (Setur), a escolha para a implantação da estrutura teve como base estudos realizados no trecho náutico. Além disso, características do terreno foram consideradas. 

Para ter acesso a consulta pública, acesse aqui


 
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