Impasse com pátio deixa serviço de guincho mais caro em Itajaí - Cidades - O Sol Diário

Polêmica10/01/2017 | 19h26Atualizada em 10/01/2017 | 19h30

Impasse com pátio deixa serviço de guincho mais caro em Itajaí

Ex-concessionária não aceitou renovação de contrato

Sem serviço de guincho e pátio para veículos apreendidos desde que terminou o contrato com a antiga concessionária, no dia 6 de janeiro, a prefeitura de Itajaí passou a terceirizar os recolhimentos _ e a decisão fez aumentar em cerca de 40% a tabela para carros e motos.

O motivo do aumento é um decreto emitido no ano passado, que determinava novos valores para o recolhimento de veículos a partir do próximo contrato. Segundo o secretário de Segurança, Francisco José da Silva, o cálculo foi feito pela administração anterior com base no IPC (Índice de Preços ao Consumidor) retroativo a 2011.

Como o serviço emergencial é novo, a prefeitura aplicou os valores novos também. Carros guinchados, por exemplo, que pagavam R$ 85, agora pagam R$ 118. Para caminhões, a taxa passou de R$ 95 para R$ 260. Uma diferença de 170%.

A Secretaria de Segurança não divulgou detalhes do contrato emergencial. Apenas que é por 60 dias, prorrogáveis por mais 60, e a justificativa é que se trata de um serviço essencial. O secretário diz ter pedido parcimônia aos agentes de trânsito, para que o guincho só seja usado em caso de necessidade.

Queda de braço

Enquanto isso, a queda de braços entre a prefeitura de Itajaí e a empresa Júlio César Fernandes, ex-concessionária do serviço, continua. Esta semana o proprietário do pátio protocolou um ofício na prefeitura dizendo que não aceita a extensão compulsória do contrato, e questionando o prazo legal para publicação da renovação unilateral no Jornal do Município.

Júlio César Fernandes alega, no documento, que a prefeitura quer que ele assuma o trabalho com possibilidade de rescisão a qualquer momento, por parte do município _ e que isto prejudica seus negócios, uma vez que precisa manter funcionários para o serviço.

O empresário quer R$ 30 mil por dia de indenização para uso da estrutura fora do período contratual. O secretário de Segurança diz que a prefeitura não reconhece o pedido e informou que o município vai aplicar ¿penalidades administrativas e judiciais¿ por não cumprimento da prorrogação.

 

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