Alegria e criatividade tomam conta do Centro de Florianópolis no Bloco dos Sujos - Cidades - O Sol Diário

Carnaval 201725/02/2017 | 20h22Atualizada em 25/02/2017 | 22h44

Alegria e criatividade tomam conta do Centro de Florianópolis no Bloco dos Sujos

Com estimativa inicial de 140 mil pessoas, os foliões se reúnem desde as 13h nas principais ruas da cidade

Alegria e criatividade tomam conta do Centro de Florianópolis no Bloco dos Sujos Charles Guerra/Agencia RBS
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

O mais tradicional bloco de Florianópolis, o Bloco do Sujos, tomou conta das ruas da cidade neste sábado de carnaval. Com estimativa de 140 mil pessoas, os foliões, com as mais variadas fantasias, se glomeraram desde as 13h nas principais ruas da cidade. E no meio de toda a festa, vários blocos se reuniram no entorno da Praça XV e arredores da Catedral Metropolitana.

E o que não faltou foi animação, música dos mais variados estilos e famílias inteiras que saíram pelo centro para brincar e pular o Carnaval. Foi o caso da diarista Patrícia Fonseca, 29 anos, que acompanhada dos filhos e sobrinhos tirou a tarde de sábado para mostrar aos pequenos os encantos da maior festa popular do país. Ao lado da mãe, as crianças por vezes estranhavam o vai-e-vem de pessoas fantasiadas para e lá e para cá, mas logo se acostumaram com a folia e já ensaiavam passos de samba ao som de um dos trios elétricos que tocou no evento.

— É bom para eles irem aprendendo como é o Carnaval. E eu aproveito e também curto um pouco a festa — disse Patrícia. 

Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

O turista de São Paulo, Renan Alves, de 22 anos, participou do bloco pela primeira vez. Feliz com a quantidade de pessoas, músicas e alegria, o paulistano prometeu voltar à Capital nos próximos carnavais. Vestido de mulher, como muitos dos foliões homens que participaram da festa, tinha elegido os blocos como sua preferência no Carnaval florianopolitano. 

— Eu pretendo pular todo o carnaval em blocos — contou. 

Além dos foliões, quem trabalhava durante a festa também estava feliz. Mas segundo o vendedor autorizado Ricardo da Costa, de 56 anos, apesar da prefeitura ter emitido 200 alvarás, muitos vendedores ambulantes sem autorização foram vistos durante a festa, o que prejudicou suas vendas.

— Como eu não faço promoção, que nem a maioria, que vende três cervejas por R$ 10, acabo vendendo menos que os outros. Pelo menos a minha cerveja está mais gelada — brincou.

Segundo a Polícia Militar (PM) e Guarda Municipal (GM), a festa transcorreu sem ocorrências de gravidade. Apenas algumas pessoas que passaram mal por conta da bebida foram encaminhadas pelos soldados aos postos de saúde móveis. 

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