Catarinenses devem gastar em média R$ 261,66 com material escolar neste ano - Cidades - O Sol Diário

Volta às aulas03/02/2017 | 20h11Atualizada em 03/02/2017 | 20h11

Catarinenses devem gastar em média R$ 261,66 com material escolar neste ano

Pesquisa da Fecomércio aponta que gasto será 4,4% maior que em 2016, mas menor em termos reais se descontada a inflação de 6,2%

Catarinenses devem gastar em média R$ 261,66 com material escolar neste ano Pexels/Divulgação
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Neste ano os catarinenses devem desembolsar em média R$ 261,66 na compra do material escolar- valor superior a 2016 (4,4%), mas menor em termos reais se descontada a inflação de 6,2%, que impactou na variação dos preços. O gasto médio em Criciúma deve ser o maior do Estado (R$288,24), enquanto os chapecoenses pretendem ser os mais econômicos (R$227,35), conforme a Pesquisa sobre a Expectativa de Vendas para a Volta às Aulas em 2017, realizada pela Fecomércio SC.

Embora uma parcela já tenha garantido os itens (22,9%), boa parte dos consumidores pretende ir às lojas no início deste mês (38,1%) ou comprar após o início das aulas (5,1%). O comércio de rua (87,3%), como as papelarias e livrarias, será o principal destino de compra.

Para otimizar o orçamento, mais da metade (57,5%) dos catarinenses têm intenção de comparar os preços antes de ir às compras ou ainda reutilizar os materiais escolares do ano anterior (26,8%). As lojas com promoções e descontos devem atrair boa parte dos consumidores (48,3%), visto que o preço será o critério para a decisão da compra (56,1%), à frente do selo de qualidade (24,4%).

 Em Santa Catarina, pelo menos 56,1% dos pais ou responsáveis afirmaram que os filhos acompanham as compras e influenciam na escolha dos produtos (58,1%), embora metade (50,7%) não esteja disposta a pagar mais caro para agradá-los. O pagamento à vista (64,1%) lidera a preferência, seguido pelo parcelamento com cartão de crédito (16,7%). Destaque para as cidades de Joinville (71,9%) e Itajaí (70,2%), que devem pagar em dinheiro.

De acordo com o presidente da Federação, Bruno Breithaupt, a procura pelos itens já começou em dezembro, com o extra do 13º, e promete movimentar o setor durante todo o mês de fevereiro. 

— Negociar com os consumidores um valor mais atraente para as compras à vista pode ser uma grande vantagem competitiva para os lojistas. Os catarinenses querem começar o ano sem dívidas, tanto que mais da metade planeja pagar em dinheiro. Nos últimos anos vemos uma série de mudança no comportamento de consumo- o e-commerce ganhou força, os pais optam por grupos de compras coletivas e trocas de materiais pelas redes sociais - que levou os lojistas a repensarem seus negócios — aponta Breithaupt.

O levantamento foi realizado em janeiro em sete cidades catarinenses- Blumenau, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Joinville e Lages.


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