Bom Jardim da Serra e Sangão têm eleições municipais fora de época após problemas em candidaturas - Cidades - O Sol Diário

Votação30/03/2017 | 09h20Atualizada em 30/03/2017 | 09h21

Bom Jardim da Serra e Sangão têm eleições municipais fora de época após problemas em candidaturas

Votação ocorre após a Justiça considerar chapas vencedoras inelegíveis

Bom Jardim da Serra e Sangão têm eleições municipais fora de época após problemas em candidaturas Nelson Jr/Asics/TSE
Foto: Nelson Jr/Asics / TSE
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Após seis meses do primeiro turno das eleições municipais, cerca de 12 mil eleitores retornam às urnas neste domingo para escolher os novos representantes em duas cidades de Santa Catarina. Em Bom Jardim da Serra e em Sangão, problemas nas chapas vencedoras em outubro de 2016 fizeram a Justiça Eleitoral anular os resultados e definir novas votações. Os portões das zonas eleitorais estarão abertos das 8h até as 17h e o comparecimento é obrigatório para os votantes das cidades. 

Com cerca de 4 mil eleiores, em Bom Jardim da Serra concorrem Pedro Luiz Ostetto (PSD) e Serginho Rodrigues de Oliveira (PTB). Já os candidatos a prefeito no município de Sangão - que conta com pouco mais de 8 mil votantes - são Dalmir Carara Cândido (PP), o Dalmir, e Herivelto de Castro Reynaldo (PMDB). 

Definidas em 25 de janeiro, as eleições suplementares seguiram os mesmos trâmites das eleições ordinárias, mas com prazos reduzidos. Os novos candidatos tiveram menos tempo para solicitar os registros de candidatura e realizarem as propagandas eleitorais. 

Até que o resultado seja definido, a prefeitura de Bom Jardim da Serra é comandada pelo presidente da Câmara, Pedro Luiz Ostetto (PSD). No executivo de Sangão está Anderson de Souza (PP), presidente da Câmara Municipal. 

Entenda os casos as anulações das candidaturas:

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Bom Jardim da Serra considerou ilegível a chapa em que a esposa do ex-prefeito, Priscila Dias, concorria como vice. Na interpretação da justiça, é vedado que um parente próximo substitua outro em um pleito municipal. O partido da candidata chegou a recorrer da decisão, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a rejeitou. 

Em Sangão, o TSE negou, por unanimidade, o registro de candidatura de Castilho Silvano Vieira, por considerá-lo inelegível para o cargo, pois, caso fosse eleito, iria cumprir o terceiro mandato - situação vedada pela Constituição Federal. Castilho havia sido eleito vice-prefeito em 2008. Nos 6 meses anteriores à eleição de 2012, substituiu o prefeito por um mês. Em 2012, foi eleito prefeito e, nas últimas eleições, requereu o registro para se candidatar novamente ao cargo.

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