Upiara Boschi: Nome do PMDB para 2018 é única variável nos cenários do PSD - Cidades - O Sol Diário

Opinião16/03/2017 | 07h02

Upiara Boschi: Nome do PMDB para 2018 é única variável nos cenários do PSD

Nos cenários desenhados pelos pessedistas para as eleições de 2018 para governador, a única variável é o candidato do PMDB. O nome do senador Paulo Bauer (PSDB) sempre é colocado, assim como o de Gelson Merisio (PSD), é claro. A avaliação é de que o tucano deve liderar as pesquisas iniciais pelo recall de duas eleições majoritárias consecutivas e que só não é candidato se abrir mão - mesmo que localmente não tenha o comando do partido. As variáveis peemedebistas são o senador Dário Berger, o prefeito joinvilense Udo Döhler e o vice-governador Eduardo Pinho Moreira. O deputado federal Mauro Mariani seria o Cavalo de Troia de Dário.

A lista de Janot
Até a noite de ontem, ainda não haviam vazado nomes catarinenses na lista de Rodrigo Janot, procurador-geral da República. O governador Raimundo Colombo (PSD) deve ser um dos 10 governadores que tiveram os casos remetidos ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Mesmo assim o humor no Centro Administrativo está bem melhor do que há alguns dias.

O político e o técnico
Gean Loureiro (PMDB) promove um verdadeiro governo de suplentes em Florianópolis. Até segunda-feira, 39 candidatos a vereador da eleição de 2016 haviam sido nomeados para cargos na prefeitura. O prefeito minimiza, diz que sua coligação tinha mais de 200 candidatos. Uma boa comparação pode ser feita com a prefeitura de Joinville, comandada pelo correligionário Udo Döhler. Até agora, a prefeitura joinvilense recebeu apenas sete candidatos a vereador da última eleição. É um detalhe que mostra diferença no perfil da gestão.

Ele voltou
Ex-assador oficial de Lula e ex-aloprado, Jorge Lorenzetti foi nomeado para um cargo no gabinete da deputada estadual Ana Paula Lima (PT). O ato de nomeação indica “atividade parlamentar externa”, o que significa que ele não precisará bater ponto na Assembleia.

Pegadinha
Parece óbvio que a fórmula do governo Michel Temer (PMDB) para a reforma da previdência que reúne a idade mínima de 65 anos para a aposentadoria e pelo menos 49 anos de contribuição é um enorme, gigantesco, bode na sala. O que interessa é aprovar a idade mínima. Mas não deixa de ser curioso que um governo tão impopular se dê ao luxo de brincar de bode na sala.

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