Jovem de 19 anos é encontrada morta em Brusque, no Vale do Itajaí - Cidades - O Sol Diário

Crime02/06/2017 | 19h08Atualizada em 05/06/2017 | 10h17

Jovem de 19 anos é encontrada morta em Brusque, no Vale do Itajaí

Corpo de Roberta Keller estava carbonizado e, segundo a polícia, a vítima teria envolvimento com o tráfico de drogas

Jovem de 19 anos é encontrada morta em Brusque, no Vale do Itajaí Reprodução / Facebook/Facebook
Foto: Reprodução / Facebook / Facebook
Diário Catarinense
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O corpo de uma jovem de 19 anos, identificada como Roberta Keller, foi encontrado pela polícia em um matagal na área rural de Brusque, no Vale do Itajaí. O corpo de Roberta estaria carbonizado e enterrado em uma cova rasa. As informações são do G1. Conforme informação divulgadas pela Polícia Civil ao G1, a vítima teria sido morta por ter dívidas envolvendo o tráfico de drogas no município. Até o momento, quatro pessoas foram detidas. 

Ao G1, o delegado responsável, Alex Bonfim Reis, detalhou que Roberta foi morta na madrugada do dia 25 de maio. O corpo foi encontrado pela polícia na quarta-feira, dia 31. As investigações apontam que a vítima teria sido obrigada a embarcar em um táxi, que a levou, junto com outras quatro pessoas, até o matagal onde o corpo foi encontrado. Os laudos periciais apontam que Roberta teria sido agredida. Reis ainda acredita que a vítima foi queimada viva com gasolina. 

Após a identificação do motorista do táxi, os demais envolvidos também foram identificados. Entre os suspeitos detidos preventivamente estão o suposto mandante do crime, o taxista, que teria comprado o combustível usado no crime, um homem e uma mulher, que também estavam no veículo. Um quinta pessoa está com o mandado de prisão em aberto. Conforme o delegado, a investigação começou na terça-feira, dia 30 de maio, a partir de informações apuradas pela comarca de São Bento do Sul. 

— Até então, não tínhamos informações nem do desaparecimento da vítima. Entramos em contato com a família e eles confirmaram que ela não dava notícias — explicou o delegado. 

Ainda de acordo com o G1, Roberta não morava mais com os pais e tinha uma relação tumultuada com eles, por ser usuária de drogas. Reis ainda pontua que, no mesmo dia em que ocorreu o crime, a Polícia Militar teria parado o táxi.

— Os suspeitos estavam sujos de barro e havia uma pá no veículo. Apesar da cena suspeita, isso não se configuraria como um crime. Mas colaborou para a investigação _ detalhou o delegado.

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