Sobe para 21 o número de mortes por gripe A em Santa Catarina - Cidades - O Sol Diário

Saúde14/06/2017 | 19h28Atualizada em 14/06/2017 | 19h28

Sobe para 21 o número de mortes por gripe A em Santa Catarina

Estado soma 133 casos graves pelo vírus influenza A

Sobe para 21 o número de mortes por gripe A em Santa Catarina Marco Favero/Agencia RBS
Foto: Marco Favero / Agencia RBS
Diário Catarinense
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Desde o início do ano, 21 catarinenses morreram por gripe A. Todas as mortes foram causadas pelo subtipo do influenza A, o H3N2. A gripe também já causou 158 hospitalizações no Estado, sendo 144 pelo H3N2, uma pelo H1N1 e 11 pelo influenza B. Dois casos ainda estão em investigação do subtipo. 

A cidade com maior número de óbitos é Joinville, com três vítimas, seguida por Caçador, Florianópolis, Jaraguá do Sul e Lages, com dois casos cada. Os municípios de Águas Mornas, Blumenau, Brusque, Catanduvas, Concórdia, Jaguaruna, São Bento do Sul, São José, São Miguel do Oeste e Santa Rosa de Lima registraram uma morte cada.

Em relação à faixa etária, a maior proporção de mortes acometeu pessoas acima dos 50 anos de idade (61,9%). Dos 21 óbitos por influenza, 76,2% apresentaram algum fator de risco para agravamento (idosos, obesos e doentes crônicos). Do total, 85,7% fizeram uso do medicamento oseltamivir, em média, quatro dias após o início dos sintomas, sendo que o recomendado é iniciar o tratamento em até 48 horas. 

Segundo relatório desta quarta-feira da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC), o perfil de casos e óbitos em 2017 indica, até o momento, a circulação maior do vírus influenza A H3N2, acometendo idosos e adultos com comorbidades (doentes crônicos e obesos).  

Casos por mês em 2017

Janeiro 0
Fevereiro 4
Março 9
Abril 42
Maio 92
Junho 11

Santa Catarina não atinge meta da campanha de vacinação

Santa Catarina atingiu 89,89% de taxa de cobertura da vacina contra a gripe entre os grupos prioritários, sendo que a meta era 90%. Apenas idosos (99,27%), puérperas (96,92%) e indígenas (105,17%) atingiram a meta da campanha. Os grupos que não atingiram a meta são gestantes (69,08%), crianças (81,9%), trabalhadores da saúde (80,20%) e professores (81,6%).  Os dados foram repassados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC) nesta quarta-feira. Em 2016, o Estado atingiu 95,6% e em 2015, 87,27% de cobertura na campanha nacional de vacinação. 

Neste ano, a campanha, inicialmente prevista para terminar no dia 26 de maio, foi prorrogada por mais duas semanas, até dia 9 de junho. Porém, desde o dia 5 de junho, as doses foram disponibilizadas para toda a população, e seguem até quando durarem os estoques. Foram reservadas vacinas para as gestantes, que podem procurar postos depois da campanha, e para a segunda dose obrigatória das crianças.  

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