Audiência de conciliação do Plano Diretor de Florianópolis ocorre nesta sexta-feira - Cidades - O Sol Diário
 
 

Planejamento28/07/2017 | 14h43Atualizada em 28/07/2017 | 16h32

Audiência de conciliação do Plano Diretor de Florianópolis ocorre nesta sexta-feira

Encontro deve ajudar partes envolvidas a esclarecer cerca de 100 pontos de divergência levantados durante o processo de rebatimento do plano

Marcada para começar às 14h desta sexta-feira, a audiência de conciliação referente ao processo de revisão do Plano Diretor de Florianópolis reunia cerca de 50 pessoas até as 14h30min, horário em que o encontro começou de fato. Na sala de aproximadamente 70 lugares, reservada para o encontro no prédio da Justiça Federal, na avenida Beira-Mar Norte, sobraram poucas cadeiras vazias. Além do superintendente do Ipuf, Ildo Rosa, estão presente representantes que integram o Núcleo Gestor e a procuradora Analucia Hartmann, que foi quem solicitou o encontro ao juiz Marcelo Kras Borges, responsável pelo processo.

Considerada um passo importante para o andamento do processo, a audiência deve ajudar as partes envolvidas a esclarecer cerca de 100 pontos de divergência levantados durante o processo de rebatimento do plano diretor. Antes de começar a conversa, Ildo Rosa, superintendente do Ipuf, falou sobre as expectativas da pasta para a audiência e ainda comentou os próximos passos do processo.

— O mínimo que deve sair daqui hoje é a consolidação do calendário. Os representantes (distritais) precisam ter entendimento que hoje a discussão é macro. Não vai se poder entrar em pequenos detalhes — projetou Ildo.

O superintendente ainda ponderou que além da audiência pública final, que é o próximo passo do processo de revisão, o ideal seria já consolidar as questões referentes à conferência do plano diretor que, segundo Ildo, é diferente da Conferência das Cidades.

— A formação desse conselho está prevista na última minuta do anteprojeto. São ao todo 56 representantes, e eles que deveriam convocar essa Conferência das Cidades, mas a grande questão é que, conforme o Estatuto das Cidades, esse grupo precisa ser dissolvido quando o projeto for para a Câmara. Então vamos ver como vai ficar — explicou.

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