Inaugurações e shows marcam centenário de Chapecó - Cidades - O Sol Diário

Centenário25/08/2017 | 18h03Atualizada em 25/08/2017 | 18h03

Inaugurações e shows marcam centenário de Chapecó

Maior cidade do Oeste chega a 100 anos com mais de 200 mil habitantes

Inaugurações e shows marcam centenário de Chapecó Darci Debona/Diário Catarinense
Família de Emilly Andrade é´do Maranhão e veio para Chapecó há um ano e meio, O pai Antônio, ao fundo à esquerda, gostou do frio e da oportunidade de emprego Foto: Darci Debona / Diário Catarinense

O centenário de Chapecó foi marcado por atos administrativos e festa no centro da cidade. O Governo do Estado e a Assembleia Legislativa se mudaram para a maior cidade do Oeste onde houve inauguração do monumento ao Centenário no final da Avenida Getúlio Vargas,ativação do Radar Meteorológico do Oeste, no bairro Desbravador, entrega de documentos de regularização fundiária no distrito Marechal Bormann e lançamento de um projeto piloto de educação integral em parceria com o Instituto Ayrton Senna e a Fiesc, no Centro de Cultura e Eventos.

Enquanto isso na Praça Coronel Bertaso, muita música e brincadeiras, com Rua de Lazer na avenida Getúlio Vargas. Enquanto alguns acompanhavam bandas locais como Mister Magoo e Dazantigas tocando o ¿Rock do Verdão¿, as crianças faziam fila para treinar chute a gol, ir no escorregador, no touro mecânico e no pula-pula.

-Gostei mais do touro – disse Emilly Lauane Serra Andrade, de oito anos, que tem uma irmã gêmea, Evelly. Elas são maranhenses e se mudaram para Chapecó há um ano e meio. O pai, Andônio Luís Andrade, é soldador e havia trabalhado para uma empresa de Chapecó. Decidiu então mudar para o Sul com as filhas e a mulher, Geciane dos Santos.

- Gostei do frio daqui e também da cidade, que não é tão tumultuada como Goiânia e São Paulo, tem oportunidade de emprego e também eventos gratuitos para as crianças – disse Andrade.

Ele também acompanha os eventos ¿Domingo na Praça¿, com várias atrações para as filhas.

Teve quem aproveitou para brincar no parquinho da praça, outros compraram artesanato indígena e outros foram aproveitar para tomar sorvete.Entre elas a autônoma Elisane Caresia e a filha Eloíse Caresia dos Santos, de três anos. Elisane é gaúcha de Nonoai mas viu em Chapecó mais oportunidades para viver.

- Gosto da hospitalidade daqui, é uma cidade que acolhe as pessoas – disse.Uma de suas amigas, a professora Fátima Floss, levou o chimarrão para tomar nos bancos que ficam no canteiro central da Avenida Getúlio Vargas. Ela nasceu no Paraguai mas veio morar ainda criança em Chapecó. Uma cidade que chega ao seu centenário com 200 mil pessoas, que são nativas ou vieram de vários estados e até de outros países.

A programação de aniversário encerra com uma missa na Catedral Santo Antônio e fogos às 19h12, que foi o horário estimado da assinatura da emancipação político-administrativa. Neste ato também serão soltos cem balões com sementes. 


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