Parque Ramiro Ruediger reúne jogadores de Pokémon GO em Blumenau - Diversão & Estilo - O Sol Diário

Mania03/08/2016 | 22h04Atualizada em 03/08/2016 | 22h25

Parque Ramiro Ruediger reúne jogadores de Pokémon GO em Blumenau

Jogo de realidade virtual que virou febre no mundo propõe caçada às criaturas

Parque Ramiro Ruediger reúne jogadores de Pokémon GO em Blumenau Patrick Rodrigues/Agencia RBS
Alícia Pamplona foi ao Parque Ramiro Ruediger caçar os bicnhos  Foto: Patrick Rodrigues / Agencia RBS

Caía uma garoa fina em Blumenau por volta das 20h desta quarta-feira e a temperatura não era das mais agradáveis, mas lá estavam no Parque Ramiro Ruediger Alicia, Gustavo, Bruno, Luís Carlos, Suelen, Jean e até a pequena Bianca Caroline, 10 anos. Não usavam roupas específicas para a prática de esportes, ao contrário de muita gente que frequenta o parque a essa hora. Os celulares nas mãos davam a dica: estavam ali para caçar pokémons.

Desde que o jogo Pokémon GO foi lançado nos Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia e Alemanha, em meados de julho, fãs do desenho e do videogame que foi febre no final dos anos 1990 e começo dos anos 2000, e até os que não entendiam muito da história, esperavam por este momento. E ele chegou por volta das 19h, quando o jogo foi disponibilizado nas lojas de aplicativos.

Caso você tenha ido para Marte e não faz ideia do que está acontecendo, vamos abrir um adendo: Pokémon GO está revolucionando os jogos para smartphones com uma tecnologia de realidade aumentada que usa o GPS dos aparelhos para acrescentar elementos virtuais às imagens do mundo real, quando estas são focadas pelas câmeras dos celulares. Praticamente como o garoto Ash fazia nos desenhos, enquanto a equipe Rocket sempre tinha planos para roubar o mascote Pikachu.

A nostalgia foi o que fisgou o casal Suelen Machado e Jean Martins. Eles eram crianças quando o desenho animado fazia sucesso e estavam ansiosos pela primeira caçada.

— Eu não aguentei esperar e capturei logo um Pokémon que estava dentro de casa, mas logo viemos para a rua procurar mais personagens. O negócio aqui é sério, já temos listas dos mais difíceis de pegar e vamos caminhar por aí procurando melhor — conta Suelen.

O vendedor Jean Carlos Ramon Júnior era um dos mais empolgados. Conta que veio da Itoupava Norte até o Ramiro procurando as criaturas, e estava empolgado com seu desempenho no jogo:

— Eu estava no trabalho quando saiu o app. Aí baixei e tinha muita coisa legal pelo caminho.

Mas contente mesmo estava Paulo Márcio Pamplona, pai de Alicia, 14. O jogo fez com que a menina o convidasse para dar uma caminhada. Uma oportunidade divertida de praticar uma atividade física e manter o corpo saudável, explica.

— Olha que maravilha, lá vai ela correndo! Vai gastar calorias, mexer o corpo. Que coisa linda!

Brincadeira entre amigos

O gerente de mídias digitais Joel Minusculi voltava do trabalho quando soube que o app tinha sido liberado. Logo estava andando pelas ruas do Centro de Balneário Camboriú atrás de pokémons com alguns amigos.

— Tem vários pokestops na região. No shopping, na praça. O mais legal é ir observando os outros jogadores: você logo se liga que, se a pessoa está com a tela do celular na altura dos olhos, é porque ela também está caçando.

Ele diz que vai aproveitar que anda bastante a pé pela cidade para jogar mais nos próximos dias. E já lista alguns lugares por onde pretende passar:

— Estão dizendo que na rodoviária de Balneário tem o pokémon mais raro. Estou curioso para conferir.

COMO JOGAR

- O aplicativo gratuito Pokémon Go é uma versão contemporânea do jogo de videogame da Nintendo no final dos anos 1990 no Japão

- Para baixar o aplicativo, acesse as lojas virtuais da Apple e do Android. Alguns itens são pagos dentro do jogo, mas, em geral, ele é gratuito.

- A brincadeira é simples: o jogo começa com a primeira captura. São oferecidas três opções e é preciso escolher uma. Depois, por meio da tela do smartphone, é possível sair em busca de criaturas como Pikachu e Bubassaur para treiná-las.

- Existem níveis de dificuldade para a caçada, informação que é dada por meio de um círculo acima da criatura. Em geral, tem-se que jogar a pokebola no monstrinho para pegá-lo.

- Para caçar pokémons, é preciso sair pela cidade. Durante o passeio, os jogadores ainda encontram os pokestops, pontos em que eles podem pegar itens especiais e outras criaturas, e ginásios, onde ocorrem as batalhas.

LARISSA GUERRA - larissa.guerra@santa.com.br

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