Urbanos e múltiplos: veja como foi o Festival de Música Urbana na Capital - Diversão & Estilo - O Sol Diário

Apesar da chuva03/09/2016 | 22h17Atualizada em 03/09/2016 | 22h21

Urbanos e múltiplos: veja como foi o Festival de Música Urbana na Capital

Evento reuniu esportistas, músicos, empreendedores e público no Music Park, em Jurerê

Urbanos e múltiplos: veja como foi o Festival de Música Urbana na Capital Leo Munhoz / Agência RBS/Agência RBS
Campeonato de Street Skate teve competidores em duas categorias Foto: Leo Munhoz / Agência RBS / Agência RBS

Por definição, cultura urbana refere-se às práticas artísticas e esportivas no espaço urbano, seja uma grande cidade ou uma pequena vila. Na prática, nada mais é do que a expressão viva da sociedade contemporânea, baseada na diversidade de ideias e valores. O Festival de Música Urbana (FMU) de Florianópolis foi uma louvável iniciativa de reunir num mesmo local essas manifestações culturais tão diversas. O evento ocorreu no sábado (3), no Music Park em Jurerê.

Apesar da chuvarada (chuvinha foi pouco para a quantidade de água) que caiu a partir do meio da tarde e inibiu o público, quem saiu de casa mais cedo conseguiu assistir à campeonatos de basquete, de skate e até a improvável competição mundial de taco (quem não lembra de jogar taco na rua de casa?!). 

Challenger Internacional de Basquete 3 X 3 Foto: Leo Munhoz / Agência RBS

Foi uma tarde para comidinhas de food trucks – outro símbolo da gastronomia no contexto urbano – e conferir criações curiosas do ROLÊ, bazar colaborativo de criadores, de roupas a acessórios.

— Acho legal a proposta de unir esporte, música e a cultura urbana num mesmo espaço. A sociedade que a gente vive é assim também, existe essa diversidade. Cultura urbana pra mim tem a ver com a liberdade de curtir o que se gosta e ao mesmo tempo poder expor o que pensa de forma crítica. Eventos como esse são legais porque congrega minorias — disse a estudante Rafaela Walendorff, 24 anos. 

Rafaela se uniu a outras quatro amigas para participar do FMU, atraídas em primeiro lugar pelo Sounds in da City, projeto já conhecido em Florianópolis que leva música para espaços públicos e que comandou o set a partir das 19h. 

O Paredão Atlântida foi um experimento à parte, com a apresentação de bandas novas selecionadas em concurso da Rádio Atlântida. Mais 30 bandas concorreram durante o mês de agosto e os quatro selecionados subiram ao palco do festival.

Foto: Leo Munhoz / Agência RBS

Papo sobre economia criativa

A segunda edição o festival promoveu o primeiro Fórum Creative Talk, uma conversa sobre economia criativa com profissionais e empreendedores que usam o saber e a criatividade como potencial de negócio. Os palestrantes Bianka Frisoni, diretora técnica do Centro Design Catarina, Gabriela Werner, CEO da Impact Hub, Amanda Busato, fundadora da startup Inturma, Jean Vidal, CEO da agência Inteligência Network, Fabrício Faustin, diretor de criação da Balaclava Studio e Carol Macário, repórter do Diário Catarinense, compartilharam experiências nas áreas criativas e estimularam os jovens que participaram da conversa a acreditarem em suas ideias.

Creative Talk - Papo sobre ecomomia criativa Foto: Leo Munhoz / Agência RBS

O final da noite segue com shows de Projota, um dos principais nomes da cena hip-hop nacional, a banda de Florianópolis Reis do Nada e do vencedor do Paredão Atlântida.

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