Raissa Santana, do Paraná, é a nova Miss Brasil - Diversão & Estilo - O Sol Diário

A mais bela02/10/2016 | 00h32Atualizada em 02/10/2016 | 02h05

Raissa Santana, do Paraná, é a nova Miss Brasil

Paranaense é a segunda mulher negra a vencer o concurso na história

Raissa Santana, do Paraná, é a nova Miss Brasil Ana Ceribelli / Divulgação/Divulgação
Aos 21 anos, Raissa Santana ganhou o título de mulher mais bonita do Brasil Foto: Ana Ceribelli / Divulgação / Divulgação

Raissa Santana, representante do Estado do Paraná, foi a grande vencedora da edição 2016 do Miss Brasil. Aos 21 anos, a estudante foi coroada na noite deste sábado no Miss Brasil 2016 BE Emotion, em cerimônia realizada no Citibank Hall e transmitida ao vivo pela Band. A paranaense é a segunda mulher negra a vencer o concurso: a primeira foi a gaúcha Deise Nunes, em 1986. O terceiro lugar ficou com a miss Maranhão, Deise D'anne, também negra, enquanto o segundo lugar ficou com o Rio Grande do Norte, representado por Danielle Marion.

Esta edição ficou marcada justamente como a que teve o maior número de candidatas negras na história do concurso. A Miss RS 2016, Letícia Kuhn, ficou entre as 10 semifinalistas e não se classificou entre as cinco finalistas.

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A entrega da faixa foi feita pela Miss Brasil 2015, Marthina Brandt, que na sexta-feira revelou que lutou contra o câncer em segredo. Vencedora de dois desafios durante o concurso (desafio Ellus e desafio da maquiagem), a paranaense Raissa, que estuda marketing, mede 1m77cm, e tem 90cm de busto, 64cm de cintura e 87cm de quadris, teve a oportunidade de dizer aos jurados ao vivo porque merecia ganhar a coroa. Ela declarou que desejava "quebrar o jejum de 30 anos" desde que a última miss negra venceu o concurso de beleza.

Gaúcha Deise Nunes Ferst foi a primeira negra a ser Miss Brasil  Foto: Andréa Graiz / Agencia RBS

Deise Nunes Ferst foi a quarta representante do Rio Grande do Sul a ser coroada Miss Brasil, em 1986 (e a primeira e única negra a vencer o concurso até então). Em entrevista ao site de Donna no início da semana, a gaúcha se disse contente com o envolvimento das candidatas negras na competição e que esperava que o público reconhecesse a beleza das participantes.

– Com certeza, a recepção está mais aberta – afirmou. – Isso abre portas para elas e, se alguma for eleita, é importante que ela de fato abrace a causa da negritude e lute sempre por respeito, oportunidade e espaço.

A atriz Dani Suzuki assumiu nesta edição a apresentação ao lado de Cássio Reis, veterano no concurso. Na bancada de jurados, nomes como os estilistas André Lima e Ricardo Almeida, a jornalista Mônica Salgado (diretora da revista Glamour) e o fotógrafo Fabio Bartelt. O júri contou ainda com o beauty artist Ricardo dos Anjos e o cabeleireiro Wanderley Nunes, além da cantora Paula Lima, da ex-miss Leila Schuster, as modelos Kamila Hansen e Carol Ribeiro, o stylist Yan Accioli, Adriana Bonzon, uma das fundadoras da Ellus, e a artista plástica Nina Pandolfo.

A tradicional coroa foi assinada nesse ano por uma ex- Miss Brasil, a designer Renata Bessa, eleita em 1995 no concurso. A designer de joias homenageia os 80 anos da primeira Miss Brasil da história da competição, Martha Rocha – eleita em 1954 e que ficou conhecida mundialmente.

No palco, as candidatas desfilaram com modelos dos estilistas Wagner Kallieno e Alexandre Dutra (casual e gala).

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