"Gosto de chamar a atenção, mas tenho uma mensagem", diz Karol Conka, atração do Planeta Atlântida - Diversão & Estilo - O Sol Diário

Empoderada01/02/2017 | 17h50Atualizada em 01/02/2017 | 17h50

"Gosto de chamar a atenção, mas tenho uma mensagem", diz Karol Conka, atração do Planeta Atlântida

Rapper curitibana sobe ao palco com Gabriel O Pensador

"Gosto de chamar a atenção, mas tenho uma mensagem", diz Karol Conka, atração do Planeta Atlântida Assessoria de imprensa Karol Conka/Divulgação
Foto: Assessoria de imprensa Karol Conka / Divulgação

Uma das principais vozes do rap brasileiro, Karol Conka é uma das atrações do Planeta Atlântida deste ano. A rapper curitibana sobe ao Palco Atlântida, às 22h de sexta, ao lado de um nome histórico do gênero: Gabriel O Pensador. 

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Confira abaixo entrevista com a cantora.

Você tem só um disco, mas já conta com um público fiel. A que acha que se deve essa relação tão intensa entre você e seus fãs?

É uma questão de energia. O reconhecimento do público ficou evidente por causa das redes sociais, foi o que me deu mais acesso. Mas, quando o trabalho é feito com verdade, o artista consegue criar uma carreira.

Suas músicas passam mensagens fortes de libertação, empoderamento e igualdade. O público parecia carente desse tipo de artista.
Esse público sempre existiu, mas não ganhava atenção. Artistas como eu sempre trabalharam com os mesmos temas, não é uma coisa de agora. O que houve foi que a gente se atraiu, numa onda de energia boa – eu, outros artistas, o público. É uma coisa sensitiva, mesmo. A galera sabe que precisa ter saúde mental boa para prosseguir neste mundo. A música não é superficial, não basta ter uma batida boa, um look legal, tem que ter mais. Eu faço exatamente isso: gosto de chamar a atenção, mas também porque tenho uma mensagem para passar. Tento tocar as pessoas.

Seus shows sempre são de muita entrega. Apresentar-se em um festival é diferente de alguma forma?
Sim. O público é bem diversificado, há artistas de diversos gêneros... Gosto de festivais por causa desse clima.

Você já está produzindo seu segundo disco?
Sim, vou lançá-lo em abril. É um trabalho com o Tropkillaz. Não vai ficar igual ao Batuk Freak, nem é a minha intenção. Demoro para trabalhar, porque gosto de viver a música, sentir a energia, ficar amiga das pessoas que trabalham comigo. Me envolvo muito e, quando lanço o disco, é como um filhinho. Inicialmente, gravei 10 músicas, mas achei que seria melhor inserir mais três. Falta gravar essas três. O primeiro single vai ser Farofei, uma composição com o Boss In Drama, que já tem clipe, gravado no Japão. Traz mais uma mensagem de libertação, de não ficar se prendendo.

Com que artista você gostaria de gravar uma parceria?
Criolo. Ele é meu amigo, e nós já estamos planejando fazer algo juntos.

 

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