Ator global fala sobre espetáculo da Paixão de Cristo - Diversão & Estilo - O Sol Diário

Arte no Vale13/04/2017 | 17h43Atualizada em 13/04/2017 | 17h43

Ator global fala sobre espetáculo da Paixão de Cristo

Francisco Cuoco se disse honrado por fazer parte do elenco de Paixão e Morte de um Homem Livre, em Guabiruba

Ator global fala sobre espetáculo da Paixão de Cristo Pamyle Brugnago/Agência RBS
Foto: Pamyle Brugnago / Agência RBS

Usando tênis, camisa e uma calça preta esportiva Francisco Cuoco entrou sorridente na sala de imprensa da coletiva do espetáculo Paixão e Morte de um Homem Livre concedida na manhã desta quinta-feira, antes da primeira noite de apresentações. O ator da Globo já soma oito décadas de vida, mas mantém no olhar e na paixão pela arte um ar jovial. Aliás, aos 83 anos o global se recusa a ser chamado de senhor.

Cuoco chegou quarta-feira à região e ficou hospedado em um hotel de Brusque, onde ocorreu uma descontraída conversa com ele e os responsáveis pelo espetáculo. Ele se disse impressionado com a participação da comunidade na peça encenada em Guabiruba, com mais de 400 voluntários, e ressaltou que a encenação vai ser um capítulo da biografia dele a partir de agora.

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De família católica, o Cuoco se comoveu e parabenizou a união dos voluntários vista no palco. Aliás, adiantou que o público iria conferir um Neftali, personagem que interpreta na peça, ainda melhor do que o apresentado durante o ensaio:

— Quero tentar fazer melhor do que eu fiz ontem (quarta-feira). A gente quer sempre melhorar, isso é bom. A cada momento você busca aprender, criar, enriquecer. Sempre fazer um pouco melhor — analisa.

Mais perto da plateia

Sobre a experiência de interpretar ao ar-livre e para milhares de pessoas, Cuoco contou ter relembrado um papel que interpretou em Recife — onde a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém é encenada —, e que claro, é diferente do que está acostumado a fazer na televisão.

—  É uma experiência diferente. Cinema, teatro, televisão, cada coisa é diferente da outra, é incomparável. Quando chegou o texto, falei com o diretor por telefone para saber como ele queria, a medida das falas e ele me ajudou muito. E ontem (quarta-feira) sentindo aquilo e tendo a possibilidade de estar com os integrantes, você já se sente com a plateia — menciona.

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Em outro momento da entrevista, Cuoco
se disse feliz pelo trabalho, mesmo com a breve participação, e confessou que gostaria de ter estado aqui há dois anos - desde o início da peça - "para poder ensaiar e fazer o papel de um Jesus mais gordinho" e todos caíram no riso.

Exemplo para os voluntários

— Eu parabenizo vocês todos por essa união e sobretudo a gente tem que admirar, saber que tantas pessoas participam prazerosamente daquilo oferecendo o seu corpo, a sua figura e o seu coração para a realização de algo tão bonito. Faço votos que daqui há dois anos vocês façam esse trabalho, com outro enfoque. A arte é inevitável.

O diretor da peça, Marcelo Carminati, finalizou a participação na coletiva agradecendo Francisco Cuoco pela doçura e pelo jeito carinhoso de ser, uma inspiração para todos.

O quê: espetáculo Paixão e Morte de um Homem Livre, da Associação Artístico Cultural São Pedro 
Quando: Sexta-feira, 21h; sábado, às 19h30min
Onde: pátio da capela São Cristóvão, no bairro Aymoré, em Guabiruba
Quanto: R$ 10. Ingressos para apresentação de sexta-feira estão esgotados.

 

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