"Valor está dentro das expectativas e possibilidades", diz presidente da FCC sobre Elisabete Anderle  - Diversão & Estilo - O Sol Diário

Vai acontecer27/04/2017 | 10h20Atualizada em 27/04/2017 | 10h20

"Valor está dentro das expectativas e possibilidades", diz presidente da FCC sobre Elisabete Anderle 

Principal fonte de recursos para as artes em Santa Catarina, edital abre inscrições nesta quinta-feira após dois anos de atraso

"Valor está dentro das expectativas e possibilidades", diz presidente da FCC sobre Elisabete Anderle  Cristiano Prim/Divulgação
Protocolo Elefante, do grupo de dança Cena 11, foi um dos projetos contemplados na última edição do edital Foto: Cristiano Prim / Divulgação

Principal fonte de recursos para as artes em Santa Catarina, o edital Elisabete Anderle abre inscrições nesta quinta-feira após dois anos de atraso. O processo vai até dia 26 de junho e a novidade desta edição é que o processo será totalmente online, com inscrições por meio do site www.fcc.sc.gov.br/editalelisabeteanderle, que entrará no ar nesta quinta às 14h30min.

— É para racionalizar, simplificar e evitar consumo de papel. Também facilita a apreciação, já que o julgamento é feito por pessoas de outros estado que não tem relação com Santa Catarina, por causa da isenção. Mandar digitalmente é bem mais fácil e econômico, podemos enviar com antecedência para que as propostas sejam analisadas — explica Rodolfo Pinto da Luz, presidente da Fundação Catarinense de Cultura.

O investimento total será de de R$ 5,6 milhões, R$ 1,1 milhão a menos que a última edição, que abriu inscrições em 2014 e teve recursos distribuídos em 2015.

— Esse valor foi negociado no ano passado, foi o que foi incluído no orçamento do Estado. Claro que quanto mais se puder alcançar, melhor, mas está dentro das expectativas e possibilidades, ainda mais considerando a crise e o fato de que não era lançado há dois anos — resume.

Proponentes de todo o Estado poderão submeter seus projetos para as 11 premiações: Culturas Populares; Arte e Cultura Negra e Indígena; Artes Visuais; Dança; Literatura; Música; Patrimônio Material e Imaterial; Museus; Teatro e Circo, Apoio a Eventos Artísticos e Culturais; Bolsa de Trabalho, Intercâmbio e Residências. Os projetos devem ter, obrigatoriamente, alguma ação aberta ao público.

—  Algumas das apresentações têm que ser gratuitas e isso é levado em conta na hora da aprovação do projeto. O que se quer é a circulação dessas propostas — finaliza o presidente.

Relembre alguns projetos contemplados na última edição do edital

Semana Balaclava

Com o objetivo de fomentar a valorização do design como serviço na região, o estúdio Balaclava, de Florianópolis, criou em 2014, de forma independente, a sua própria semana de design. A programação conta com ações de capacitação como workshops e palestras, além de integração entre jovens empreendedores, estudantes, e empresas consolidadas. O estúdio também produziu uma feira gráfica com acesso gratuito aos visitantes e nenhuma taxa de inscrição por parte dos expositores.

Alujazz

Sexteto de música instrumental formado em 2011, o grupo de três percussionistas - Alexandre Damaria, André FM e Rodrigo Campos - mais Leandro Fortes na guitarra, Rafael Calegari no baixo e Maycon de Souza no saxofone lançou o primeiro CD homônimo com 11 faixas compostas pelos integrantes. O trabalho foi gravado em fevereiro de 2016 e o show de lançamento foi em setembro, no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC). O público que compareceu ganhou um CD.

Protocolo elefante

O projeto do Grupo Cena 11 marca os 20 anos do grupo e propõe um questionamento sobre sua continuidade. Teve início em dezembro de 2014 e integrou uma série de ações ao longo de 18 meses. Uma das performances foi apresentada na Capital gratuitamente, em 2015, e o espetáculo homônimo estreou em São Paulo, em 2016. A peça é a materialização das proposições técnico-artísticas que pautaram o projeto criado para discutir as duas décadas da principal companhia de dança contemporânea catarinense em atividade.

Aurora, de Egon Seidler Foto: Diogo Andrade / Divulgação

Aurora

Recortes da trajetória de Aurora (personagem esquizofrênica do escritor e dramaturgo espanhol Fernando Arrabal), carregados de dramaticidade e surrealismo, são a base do solo de dança contemporânea do ator e dançarino Egon Seidler. O espetáculo estreou em julho de 2016, na Capital, e teve apresentações gratuitas na cidade. Egon Seidler contou com a cooperação dos núcleos criativos das companhias Ronda Grupo (de dança contemporânea) e Traço Cia. de Teatro na concepção do trabalho.

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