Um em cada 10 moradores de Florianópolis é fumante, aponta pesquisa - Diversão & Estilo - O Sol Diário

Dia Mundial sem Tabaco31/05/2017 | 16h46Atualizada em 31/05/2017 | 17h03

Um em cada 10 moradores de Florianópolis é fumante, aponta pesquisa

Levantamento do Ministério da Saúde mostra que 10,1% dos adultos da Capital fumam; a média no país é de 10,2%

Um em cada 10 moradores de Florianópolis é fumante, aponta pesquisa Adriana Franciosi/Agencia RBS
Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS
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Um em cada 10 adultos em Florianópolis fuma. A média de 10,1% de fumantes entre os adultos da Capital se equipara a média das capitais brasileiras (10,22%). É o que mostra os dados da Pesquisa Vigitel 2016, divulgados nesta quarta-feira, Dia Mundial sem Tabaco, pelo Ministério da Saúde. 

O mesmo levantamento realizado em anos anteriores mostra que Florianópolis teve queda no percentual de fumantes. Em 2014 eram 12,1% e depois diminuiu para 10,3% em 2015.

A Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico aponta que reduziu em 35% a prevalência de fumantes nas capitais brasileiras, no período de 2006 a 2016. Nos últimos anos, a prevalência de fumantes caiu de 15,7%, em 2006, para 10,2% em 2016.

O inquérito também mostrou que entre as capitais do país com maior prevalência de fumantes estão Curitiba (14%), Porto Alegre (13,6%) e São Paulo (13,2%). Salvador foi a capital com menor prevalência de fumantes (5,1%).

Quando separado por gênero, a frequência de fumantes hoje é maior no sexo masculino (12,7%) do que no feminino (8,0%). Se analisado por faixa etária, a pesquisa mostra que a frequência de fumantes é menor entre os adultos jovens antes dos 25 anos de idade (7,4%), ou após os 65 anos (7,7%) e maior na faixa etária dos 55 a 64 anos (13,5%).

Como parte da política de combate ao tabagismo, o SUS oferece tratamento gratuito para fumantes nas Unidades Básicas de Saúde. São ofertados adesivos, pastilhas, gomas de mascar e bupropiona. Com esses tratamentos, o Ministérios da Saúde gastou R$23,77 milhões.

O Vigitel 2016 também verificou que a frequência do hábito de fumar diminui com o aumento da escolaridade nas três faixas de escolaridade, zero a oito anos de estudo, nove a 11 anos ou mais de 12 anos. Nessas três faixas, a frequência é maior entre homens e mulheres com até oito anos de estudo (17,5% e 11,5%, respectivamente), o percentual é duas vezes maior em relação a indivíduos com 12 ou mais anos de estudo (9,1% e 5,1%).

A pesquisa foi feita por telefone nas 26 capitais e Distrito Federal e contou com 53.210 entrevistas. 

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