Rodrigo Bornholdt: Foco no diálogo - Economia - O Sol Diário

Eleições 201626/08/2016 | 21h10

Rodrigo Bornholdt: Foco no diálogo

Candidato do PDT se espelha em lideranças como a de Luiz Henrique da Silveira, seu padrinho de batismo, para conquistar a Prefeitura de Joinville

Rodrigo Bornholdt: Foco no diálogo  Maykon Lammerhirt/Agencia RBS
"O papel do prefeito é grande, mas não é único. É preciso dialogar com a sociedade" Foto: Maykon Lammerhirt / Agencia RBS

Rodrigo Bornholdt, candidato do PDT, vive o ambiente político desde criança. O pai, Max Bornholdt, exerceu o cargo de  secretário de Estado da Fazenda. Já o ex-prefeito e senador Luiz Henrique da Silveira foi seu padrinho de batismo, de quem guarda lições como a valorização da democracia, a importância do diálogo e a preocupação social.
– Eu me lembro que com 11, 12 anos, perguntava para o meu pai sobre injustiça social – recorda.

Confira aqui o perfil dos outros candidatos

Na adolescência, Rodrigo era capitão de equipe na escola. No curso de direito, foi dirigente estudantil e participou do movimento Fora Collor (parte do momento político que resultou no impeachment do então presidente da República Fernando Collor de Mello). Rodrigo também gostava de esporte. Dos oito aos 18 anos, jogou tênis. Treinou intensivamente dos 11 aos 17 anos e representou Joinville nos Jogos Abertos de SC (Jasc), além de disputar o circuito nacional. Rodrigo diz que o tênis o ensinou a ter disciplina e autocontrole em momentos de pressão.

– Ao contrário de modalidades coletivas, em que o técnico pode trocar o jogador quando as coisas não estão indo bem, no tênis é só um – ressalta.

Encerrada a fase de atleta, Rodrigo passou a conciliar momentos dedicados à profissão e períodos de envolvimento na vida pública, e considera que as fases de distanciamento deram a ele uma visão mais apurada sobre a política. Uma dessas ocasiões foi quando se dedicou ao mestrado e doutorado nos anos de 1990, passando seis meses em Berlim, na Alemanha.

– Sou perfeccionista, hoje é mais fácil fazer várias coisas ao mesmo tempo. Naquela época, quis me dedicar a uma coisa só porque não queria fazer malfeito – justifica.

A partir do final dos anos de 1990, acentuou a sua participação política. Foi procurador-geral do município, presidiu a Fundação Cultural, chegou ao posto de vice-prefeito na gestão de Marco Tebaldi e concorreu à Prefeitura de Joinville em 2008. Como gestor, Rodrigo diz que sabe cobrar e delegar. Considera importantes o perfil técnico da equipe e a capacidade do prefeito de realizar a articulação política e de ouvir as pessoas.

Na campanha, Rodrigo terá pouco tempo na propaganda eleitoral no rádio e na televisão. Assim, apostará nas redes sociais e na agenda cheia de compromissos, que se estendem de manhã até a noite para passar as mensagens para os eleitores. Uma maratona que Rodrigo já conhece e está disposto a percorrer mais uma vez.

Para o candidato, o que atrai na vida pública é a abrangência das ações, a possibilidade de construir políticas e projetos capazes de beneficiar muitas pessoas. Ele reconhece que já se sentiu frustrado nos anos de 2007 e 2008 por não ser capaz de resolver todos os problemas, até entender que isto, de fato, não seria possível. Passou a enxergar sua missão de outro jeito. Hoje, acredita que cabe a ele fazer uma parte, que o poder não é de uma pessoa só.

– O papel do prefeito é grande, mas não é único. É preciso dialogar com a sociedade – ressalta.

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