SC tem 45% dos municípios pouco ou nada eficientes em gestão - Economia - O Sol Diário

Economia27/08/2016 | 20h46Atualizada em 27/08/2016 | 20h46

SC tem 45% dos municípios pouco ou nada eficientes em gestão

Ranking Datafolha avalia quem entrega mais educação, saúde e saneamento gastando menos dinheiro

Um estudo inédito divulgado pela Folha de S. Paulo e pelo Datafolha neste sábado mostra que 134 cidades catarinenses (45% do total de 295 no Estado) são pouco eficientes ou ineficientes nos gastos públicos. Os dados mostram quais prefeituras entregam mais serviços básicos de saúde, educação e saneamento usando menor volume de recursos financeiros. De acordo com o levantamento, nos 5% menos eficientes, o funcionalismo cresceu 67% entre 2004 e 2014, em média. No mesmo período, a população aumentou 12%.

No ranking nacional, as sete principais cidades de SC ocupam lugares bem distintos: Criciúma, Chapecó, Florianópolis, Lages e Blumenau ficam na faixa considerada eficiente nos gastos públicos, enquanto Itajaí entra na lista de "alguma eficiência" e Joinville na de "pouca eficiência".

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Única cidade com mais de 500 mil habitantes no Estado, Joinville tem desempenho ruim, ocupando a 34ª posição entre os 40 municípios do mesmo porte no país , sendo classificada como pouco eficiente. No Brasil, a colocação é 3.334ª entre 5.281 cidades avaliadas (95% do total do país).

Os destaques negativos entre os maiores municípios de SC foram Videira, Gaspar, Mafra e Joinville entre as pouco eficientes e Canoinhas e Caçador entre as ineficientes.

Na classificação de todos os municípios brasileiros, os catarinenses mais bem colocados são Siderópolis, na 15ª posição, São Ludgero, na 25ª, e Braço do Norte, na 49ª. Nessas três cidades, mais de 70% do orçamento depende de transferência federal - em Siderópolis, 81% da verba vem de transferência.

Catarinenses entre as melhores

Em SC, os dados positivos da análise da Folha colocam Criciúma e Florianópolis no ranking dos 10 municípios mais eficientes nos gastos públicos entre as cidades com população superior a 200 mil habitantes no país. Criciúma aparece em 5º, com o índice médio de 0,583 — a cidade é considerada eficiente quando supera 0,5 ponto. Florianópolis é a oitava, com 0,576.

Na sequência vêm São José, na 15ª posição, Chapecó na 20ª e Blumenau na 22ª colocação.Entre as piores do país estão cidades do Rio Grande do Sul, Centro Oeste e Norte. No lado das eficientes, Cachoeira da Prata, em Minas Gerais, é a líder nacional. Entre as cidades com mais de 500 mil habitantes, saem na frente João Pessoa, Aracaju e Belo Horizonte.

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