Na China, Temer diz que manifestações não representam vontade da maioria - Economia - O Sol Diário

Movimentos contra o governo02/09/2016 | 14h30Atualizada em 02/09/2016 | 15h58

Na China, Temer diz que manifestações não representam vontade da maioria

"Quem muitas vezes se insurge, como um ou outro movimentozinho, é sempre um grupo muito pequeno de pessoas", avaliou o presidente

Na China, Temer diz que manifestações não representam vontade da maioria Lauro Alves/Agencia RBS
Manifestação em Porto Alegre começou por volta das 18h de quinta-feira Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
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O presidente Michel Temer disse nesta sexta-feira, em viagem à China, não ver risco de contradições entre seu discurso de reunificação e repacificação nacional, e as manifestações que têm ocorrido em algumas localidades do país, feitas contra seu governo.

— A mensagem de reunificação e repacificação nacional, que eu lanço, não é em benefício pessoal, mas dos brasileiros. E eu sinto que os brasileiros querem isso. Quem muitas vezes se insurge, como um ou outro movimentozinho, é sempre um grupo muito pequeno de pessoas. Não são aqueles que acompanham a maioria dos brasileiros — disse Temer a jornalistas que o acompanham na viagem.

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O presidente negou ter sido surpreendido por suposta manobra no Senado, que resultou na habilitação da ex-presidente Dilma Rousseff para exercer funções públicas. 

— Estou acostumado a isso. Estou há mais de 34 anos na vida pública e acompanho permanentemente esses pequenos embaraços que logo são superáveis — disse Temer.

— Ontem (quarta-feira) mesmo falei com companheiros do PSDB, PMDB e DEM, e essa questão toda será superada. Não há a menor dificuldade. Não se tratou de manobra. Tratou-se de uma decisão que se tomou. Sempre aguardo respeitosamente as decisões do Senado — acrescentou.

Segundo o presidente, essa questão entrou, agora, em uma "seara" jurídica. 

— O Senado tomou a decisão. Certa ou errada, não importa, o Senado tomou a decisão. Me parece que ela está sendo questionada agora juridicamente. Então, ela sai agora do plano exclusivamente político para o quadro de uma avaliação de natureza jurídica.

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*Agência Brasil

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