Novo prefeito de Florianópolis pede levantamento de dívidas nas secretarias - Economia - O Sol Diário

Sob nova direção02/01/2017 | 17h12Atualizada em 02/01/2017 | 17h25

Novo prefeito de Florianópolis pede levantamento de dívidas nas secretarias

Prefeito afirmou também que a situação financeira é "muito crítica"

Novo prefeito de Florianópolis pede levantamento de dívidas nas secretarias Marco Favero/Agencia RBS
Foto: Marco Favero / Agencia RBS

Um dos maiores desafios do início da gestão de Gean Loureiro (PMDB) à frente de Florianópolis é saber qual o montante da dívida da prefeitura. O ex-prefeito Cesar Souza Junior (PSD) falava em R$ 80 milhões, enquanto a nova administração pincelou R$ 800 milhões. Gean diz que ainda não tem o número exato dos débitos da prefeitura. Por isso, cada secretaria está fazendo o seu levantamento para descobrir exatamente o tamanho do rombo. 

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Ainda assim, em rápida análise,  Gean disse que, com fornecedores, a dívida gira em torno de R$ 100 milhões – "deve ser mais, mas vamos colocar que é R$ 100 milhões" -, com a previdência outros R$ 62 milhões, folha de pagamento de dezembro, mais R$ 40 milhões, que somados aos aposentados, dá mais R$ 10 milhões. Fora outros débitos que o prefeito ainda está levantando.

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— Convênios com as entidades, todos, assistência social, saúde e educação. Na educação, o Maurício (novo secretário) falou para mim que a dívida é de quase R$ 60 milhões. E agora em janeiro, tem cinco mil crianças, que se nós não pagarmos o convênio delas agora, elas não vão mais poder fazer atividades em creches conveniadas. E nós não temos esse dinheiro. A situação é muito crítica — diz Loureiro.

O prefeito disse que todos os contratos e convênios foram prorrogados. Eles serão reavaliados em 60 dias. Ele garante que vai haver redução em tudo. Convênios que podem dar resultado para o município podem ser ampliados, e outros devem ser cancelados.

— A folha, pelo que a gente viu, vai ter que ser auditada. A lei do teto remuneratório não estava sendo aplicada, por exemplo. Não sei como deixaram a situação chegar nesse ponto — observa.

 

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