Custo da cesta básica recua em Florianópolis, mas continua como o segundo mais alto entre as capitais - Economia - O Sol Diário

Economia06/02/2017 | 12h37Atualizada em 06/02/2017 | 17h49

Custo da cesta básica recua em Florianópolis, mas continua como o segundo mais alto entre as capitais

Alimentos básicos custaram R$ 441,92 na cidade, conforme o Dieese

Custo da cesta básica recua em Florianópolis, mas continua como o segundo mais alto entre as capitais Marco Favero/Agencia RBS
Foto: Marco Favero / Agencia RBS

Com preço de R$ 441,92, o custo da cesta básica em Florianópolis terminou janeiro com um recuo de 2,62%. O resultado, porém, manteve a cesta básica da cidade como a segunda mais cara entre as capitais brasileiras. Assim como em dezembro, os alimentos só não ficaram mais caros do que em Porto Alegre, que fechou janeiro custando em média R$ 453,67. Os dados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, feita mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Em janeiro de 2017, os produtos que diminuíram seu preço médio em relação ao mês anterior em Florianópolis foram a batata (-25,77%), o tomate (-17,88%), a carne de primeira (-2,96%), o feijão (-2%), a farinha de trigo (-1,77%), o açúcar refinado (-0,56%) e o arroz (-0,55%). Já os que aumentaram o preço foram a manteiga (0,54%), o café em pó (1,68%), o pão de trigo (1,81%), a banana (2,88%), o leite integral (4,24%) e o óleo de soja (7,61%).

O trabalhador florianopolitano cuja remuneração equivale ao salário mínimo necessitou cumprir jornada de trabalho, em janeiro, de 103 horas e 46 minutos para adquirir os itens da cesta básica de alimentos. Este tempo é menor do que o necessário em dezembro do ano passado, que era de 113 horas e 27 minutos, devido ao reajuste do salário mínimo, que passou de R$ 880 para R$ 937, no início de janeiro.

Em janeiro de 2017, o custo da cesta em Florianópolis comprometeu 51,26% do salário mínimo líquido (após os descontos previdenciários). Em dezembro de 2016, o percentual exigido era de 56,05%.

No país, em janeiro, o custo do conjunto de alimentos essenciais diminuiu em 20 das 27 capitais do Brasil. As reduções mais expressivas ocorreram em Rio Branco (-12,82%), Cuiabá (-4,16%),Boa Vista (-3,94%), Campo Grande (-3,63%) e Curitiba (-2,97%). As elevações foram anotadas em algumas cidades do Norte e Nordeste: Fortaleza (4,64%), Aracaju (2,18%), Salvador (1,30%),João Pessoa (0,76%), Teresina (0,57%) e Manaus (0,18%). As cestas mais caras foram as de Porto Alegre, Florianópolis e Rio de Janeiro (R$ 440,16). Os menores valores médios foram observados em Rio Branco (R$ 335,15) e Recife (R$ 346,44).

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