Um a cada cinco catarinenses ainda não sacou o FGTS inativo a que tem direito - Economia - O Sol Diário

Faltando menos de um mês 06/07/2017 | 19h03Atualizada em 06/07/2017 | 19h03

Um a cada cinco catarinenses ainda não sacou o FGTS inativo a que tem direito

Prazo se encerra em 31 de julho para todos os lotes de pagamento, inclusive para os nascidos em dezembro, que podem sacar a partir de sábado

Um a cada cinco catarinenses ainda não sacou o FGTS inativo a que tem direito Felipe Nyland/Agencia RBS
Foto: Felipe Nyland / Agencia RBS

A menos de um mês do prazo final para acessar os recursos existentes em contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), cerca de 20% dos catarinenses ainda não foram até uma lotérica ou agência da Caixa Econômica Federal para sacar o benefício. Feita pelo banco estatal a pedido do Diário Catarinense, a estimativa indica que, dos 1,5 milhão de trabalhadores nascidos entre janeiro e novembro que tiveram contratos de trabalho extintos até 31 de dezembro de 2015, somente 1,2 milhão já têm o dinheiro em mãos. No total, 310.346 de pessoas no Estado ainda podem ir buscar o rendimento até 31 de julho.

Santa Catarina está ligeiramente abaixo da média nacional, que indica que 81% (22,6 milhões) das pessoas beneficiadas pela medida provisória 763/2016 zeraram as contas inativas. No Estado, o valor total sacado até a última quarta-feira era de R$ 1,9 bilhão, enquanto que no país, os saques durante o mesmo período atingiram R$ 38,2 bilhões. Mesmo com o prazo apertado para tantas pessoas sacarem, avaliação feita pelo superintendente regional da Caixa, Roney Granemann, é positiva. 

— A gente já tem bom percentual pago, de 79,91%, em SC. A maioria que ainda não veio é por motivo de viagem ou porque não consultou a base do FGTS (www.caixa.gov.br/contasinativas) para saber se tinha direito — aposta. 

A recomendação de Granemann é que os trabalhadores dirijam-se às agências da Caixa até o dia 20 de julho. A precaução é indicada para que, em caso de problemas cadastrais, os erros sejam corrigidos a tempo do saque. 

— Esse é o ideal, porque aí tem prazo para correção de algum equívoco na baixa do cadastro. A situação mais comum registrada até agora está relacionada à falta de informação a respeito do dia do encerramento do contrato no último trabalho. Mas quando o trabalhador tem a carteira em mãos, pegamos a informação, colocamos a data no sistema e, em cinco dias úteis, a conta migra de ativa para inativa. Aí, sim, é possível realizar o saque — explica.

Caso o trabalhador tenha perdido a carteira de trabalho, é possível procurar a empresa onde ele trabalhou e solicitar, a partir do número do PIS (Programa Integração Social), a alteração da informação do início e do fim do contrato. Se o trabalhador perder o prazo de 31 de julho, não haverá perda desse dinheiro, conforme esclarece o superintendente da Caixa. 

— Por mais que haja a indicação do saque pela questão do rendimento baixo, se não acontecer, o dinheiro permanecerá depositado ali. Quando se aposentar, pode sacar integralmente ou na aquisição da casa própria — tranquiliza Granemann.

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