Augusto Ittner: Desculpe o transtorno, precisamos falar de Tóquio - Esporte - O Sol Diário

Opinião19/09/2016 | 09h26

Augusto Ittner: Desculpe o transtorno, precisamos falar de Tóquio

Augusto Ittner: Desculpe o transtorno, precisamos falar de Tóquio Patrick Rodrigues/Agencia RBS
Beatriz, bronze nesse fim de semana na Premier League, é um dos promissores nomes de Blumenau. Foto: Patrick Rodrigues / Agencia RBS

Às vésperas da Olimpíada,lá no início de agosto, o Comitê Olímpico Internacional (COI) trouxe novidades. Cinco, para ser mais específico. Abafada pelo clima dos mais diferentes esportes que tomava conta do Rio de Janeiro, a confirmação da entrada de novas modalidades (karatê, escalada, beisebol/softbol, skate e surfe) em Tóquio, daqui a quatro anos, pode até ter passado despercebido por muita gente.

Não para Blumenau que, ao apagar da chama paralímpica na noite de ontem, já começou a pensar no ciclo de quatro primaveras que virão pela frente. Celeiro de atletas do karatê e um dos centros de referência no Brasil, a cidade poderá ter novos motivos para torcer em 2020. Assim como Duda Amorim, no handebol, Rosane Budag, no tiro, e José Alessandro Bagio, Moacir Zimmermann e Jonathan Riekmann, na marcha atlética, nomes também surgem nas artes marciais.
 
Se por um lado skate e escalada são incógnitas quanto ao que podemos esperar do Brasil e o beisebol, embora comum em regiões colonizadas por japoneses, ainda está engatinhando no país, a confiança no surfe e karatê por bons resultados no Japão, é uma consequência dos números.

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No caso das ondas, pela Brazilian Storm (“Tempestade Brasileira”, expressão criada pela imprensa norte-americana para se referir à nova geração verde e amarela de surfistas) e os recentes títulos, como o de Gabriel Medina, campeão mundial. O mesmo vale para os tatames que além de conquistas como a de Douglas Brose, ouro no Pan de Toronto e bicampeão do mundo, tem boas referências quando se fala em Blumenau.
 
É o caso de Beatriz, Bianca e Márcia Mafra, Júlia Kruger, Jonathan da Rocha, Maike de Oliveira, entre outros vários atletas que tentarão um lugar ao sol. Nomes que surgem de um trabalho constante, marcado principalmente pela gestão profissional da modalidade, liderada pelo professor Vanderlei de Oliveira, no caso do feminino.

Todos esses fatores aliados à exposição que o karatê terá durante esse ciclo olímpico e, especialmente, pelos recursos que virão – a entrada no quadro de esportes do COI potencializa investimentos públicos – trazem a esperança de que possamos ver mais blumenauenses em cena nos Jogos. Quem sabe daqui a quatro anos.

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