Chapecoense segue defesa mais vazada com média de 1,69 gols por partida - Esporte - O Sol Diário

Fragilidade08/09/2016 | 07h56Atualizada em 08/09/2016 | 20h39

Chapecoense segue defesa mais vazada com média de 1,69 gols por partida

Em 12 jogos o time catarinense levou dois gols ou mais

Chapecoense segue defesa mais vazada com média de 1,69 gols por partida Cleberson Silva/Chapecoense
Contra o Santa Cruz a Chapecoense tomou dois gols, chegando a 39 gols sofridos Foto: Cleberson Silva / Chapecoense
darci debona

Com os dois gols sofridos no empate por 2 a 2 contra o Santa Cruz a Chapecoense se distanciou como a defesa mais vazada do Campeonato, com 39 gols sofridos. América-MG e Cruzeiro, que jogam nesta segunda-feira, sofreram 35 cada.

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A média de gols sofrido pela Chapecoense é de 1,69 por jogo. Em 23 rodadas foram apenas quatro partidas sem tomar. Em sete, levou um gol. Mas em 12, mais da metade dos jogos, sofreu dois ou mais gols.

Ao ser questionado sobre o desempenho da defesa na coletiva após o empate contra o Santa Cruz, o auxiliar Almir Domingues, que comandou o time no lugar do suspenso Caio Jr, tentou preservar seus jogadores.

- É difícil se defender fora de casa contra um time que, apesar de não estar bem na tabela, tem força e joga no ataque – justificou.

O vice-presidente de futebol da Chapecoense, Mauro Stumpf, disse que o resultado foi um pouco frutstrante pelo fato do time catarinense ter saído na frente e depois ter ficado com um jogador a mais, com a expulsão de Luan Peres.

Ele lamentou os gols sofridos, principalmente em jogadas que já tinham sido alertadas pela comissão técnica.

- Os dois foram de forma muito parecida – lembrou.

Stumpf disse que o time já diminuiu os gols de bola parada e disse ter certeza que o técnico Caio Jr está observando essa situação do elevado número de gols sofridos.

No entanto o comandante vai ficar novamente fora da casamata contra o Coritiba, domingo, na Arena Condá.Caio Jr foi suspenso por dois jogos por ter chamado de covarde um dos integrantes da arbitragem na derrota por 3 a 1 para o Flamengo, pela não marcação de um pênalti em Kempes.

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