Augusto Ittner: O retorno de Vadinho à Fesporte - Esporte - O Sol Diário

Política09/01/2017 | 06h01

Augusto Ittner: O retorno de Vadinho à Fesporte

Blumenauense já esteve à frente da entidade em 2013 e 2014

Augusto Ittner: O retorno de Vadinho à Fesporte Lucas Amorelli/Agencia RBS
Dirigente se reúne nesta segunda-feira com Raimundo Colombo e Leonel Pavan. Foto: Lucas Amorelli / Agencia RBS



Ele nega — diz que a política é dinâmica — e não nega ao mesmo tempo (confuso, né?), mas nos bastidores está tudo acertado para que o blumenauense Erivaldo Caetano Júnior, o Vadinho, volte a assumir a presidência da Fundação Catarinense do Esporte (Fesporte). O dirigente – que comandou o Metropolitano entre 2012 e 2013 — deixou a entidade por opção própria em julho de 2014 após pouco mais de 15 meses de trabalho.

Vadinho disse que se reunirá hoje e amanhã durante todo o dia com o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, e com Leonel Pavan, possível novo presidente da secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (SOL), para estabelecer as prioridades do esporte no Estado em 2017. Em entrevista ele já falou sobre seus objetivos, montagem da equipe e contou de que forma pretende trabalhar durante este ano, mas manteve a cautela pelo fato de ainda não ter sido nomeado oficialmente para a função.

Caso realmente assuma, Vadinho promete apoiar Blumenau em quatro pontos que ele chama de “fundamentais”: handebol feminino, basquete feminino, dança e futsal, no caso específico da Apama. O dirigente garante que o Centro de Treinamentos Romeu Georg, do Metropolitano, não ficará de fora de pacotes de investimentos — assim como ocorreu quatro anos atrás, quando um convênio entre Estado e Fesporte liberou R$ 750 mil para o CT.

Vamos aguardar. Se por um lado o blumenauense já estaria trabalhando como presidente da Fesporte — inclusive com nomes definidos para o segundo escalão — , da política nada se pode duvidar. É como no futebol: o jogador só se torna atleta de um clube depois que assina o contrato.

É um reconhecimento. Ninguém é conduzido pela segunda vez a um cargo de tamanha importância sem ter feito um bom trabalho — destaca Vadinho.

JORNAL DE SANTA CATARINA

 
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