Na pressão, Figueirense recebe o Criciúma pelo Catarinense - Esporte - O Sol Diário

Clássico na Capital12/02/2017 | 08h00Atualizada em 12/02/2017 | 08h00

Na pressão, Figueirense recebe o Criciúma pelo Catarinense

Técnico Marquinhos Santos precisa de uma vitória com o Alvinegro para seguir no comando do time

Na pressão, Figueirense recebe o Criciúma pelo Catarinense Arte DC/HSC/Agência RBS
Foto: Arte DC/HSC / Agência RBS
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Antes mesmo de a bola rolar para Figueirense x Criciúma, no jogo das 19h30min, neste domingo, no Estádio Orlando Scarpelli, certamente a atmosfera será de tensão nos arredores do estádio alvinegro. O Furacão do Estreito está pressionado para vencer. Dada a situação, não precisa nem ser a famosa "atuação convincente". O que o time precisa é de uma vitória, independentemente do placar, sobre o Tigre.

Após a derrota para o Barroso na quinta-feira, cresceram as cobranças sobre o técnico Marquinhos Santos, que vem sendo cobrado desde o ano passado, por não ter conseguido evitar o rebaixamento à Série B. Embora o treinador tenha assumido o time numa péssima situação, seus números ainda estão muito aquém do desejado. Ao todo, o aproveitamento em 17 partidas é de 25% dos pontos disputados. Considerados apenas os jogos no Estádio Orlando Scarpelli, é um pouco melhor: 40,7% (três vitórias, dois empates e quatro derrotas), mas que ainda está muito abaixo do que a torcida está acostumada a ver.

Marquinhos tem que fazer o time responder em campo, e precisa ser logo.

Decisão para o Tigre
Numa situação diferente da que vive o adversário, o Criciúma tem sua "final" à parte neste clássico no domingo. Após uma atuação abaixo do que pode render na quinta-feira, quando ficou apenas no empate por 1 a 1 com o Inter de Lages, os comandados do técnico Deivid precisam do triunfo para não dar margem para o Avaí disparar na ponta da tabela. O Tigre mostrou todo o seu futebol no jogo contra o Brusque (vitória por 4 a 0) e já deu exemplo de como pode ser eficiente no triunfo sobre o Joinville (1 a 0), e agora precisa unir as duas coisas para passar pelo Alvinegro.

Depois de as expectativas sobre o início de campeonato da Chapecoense terem diminuído, o Tricolor do Sul do Estado passou a vestir o rótulo de equipe que pode ameaçar a soberania do Avaí no primeiro turno. Por isso, é de suma importância sair de Florianópolis com um resultado positivo agora.

Dia para desencantar
Time que precisa de vitória precisa de gols. E quem quer ver bola na rede já tem meio caminho andado quando pode contar com especialistas na tarefa de fazer a torcida comemorar. No Figueirense, neste domingo, os holofotes estarão virados na direção de Bill, que desfalcou o time na terceira e na quarta rodadas, se recuperando de lesão no joelho.

O camisa 9 ainda não desencantou com a camisa do Figueirense, mas é impossível que o artilheiro da Série B do ano passado, com 15 gols, tenha desaprendido o ofício.

Com a possível ausência de Zé Love, que deixou o gramado com dores musculares na quinta-feira, Bill será mais importante do que nunca.

Desfalque defensivo
Ex-atacante dos bons, o técnico Deivid disse, antes do campeonato começar, que queria que o Criciúma tivesse sua cara. Ou seja: a previsão era de que a vocação ofensiva do Tigre se sobressaísse. De fato, não dá para reclamar do ataque da equipe, terceiro melhor da competição, com seis gols em quatro partidas. Mas são os números defensivos que mais chamam atenção neste início. O Tigre sofreu apenas dois gols (um contra o Avaí e outro contra o Inter de Lages) e passou duas partidas sem ver sua rede ser balançada, principalmente por causa das boas intervenções do goleiro Luiz.

Agora, o grande problema para o treinador resolver será lidar com a ausência do zagueiro Diego Giaretta, uma das principais peças da equipe. Expulso no duelo contra o Leão Baio, o defensor é importante tanto na retaguarda quanto no jogo aéreo ofensivo, afinal de contas, com dois gols feitos no Estadual até agora, é o artilheiro do Tigre na competição. Sem ele em campo, Deivid precisará pensar em outras alternativas para a equipe.

Ficha técnica

Figueirense
Thiago Rodrigues; Dudu, Dirceu, Bruno Alves e João Paulo; Hélder (Ferrugem), Juliano, Everton; Anderson Aquino, Elias e Bill. 

Técnico: Marquinhos Santos

Criciúma
Luiz; Maicon Silva, Raphael Silva, Ferron (Ianson) e Marlon; Barreto, Douglas Moreira e Alex Maranhão; Pimentinha, Adalgiso Pitbull e Jheimy. 

Técnico: Deivid

Arbitragem: William M. Steffen, auxiliado por Alex dos Santos e Henrique Neu Ribeiro

Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis

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Foto: Leonardo Gomes / Agência RBS
Foto: Arte DC / Arte DC


 

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