Carlos Arini chega ao Figueirense com a missão de mexer com o brio do grupo e recuperar a confiança - Esporte - O Sol Diário

Para sacudir o vestiário21/03/2017 | 07h00Atualizada em 21/03/2017 | 07h00

Carlos Arini chega ao Figueirense com a missão de mexer com o brio do grupo e recuperar a confiança

Profissional será apresentado oficialmente nesta sexta-feira

Carlos Arini chega ao Figueirense com a missão de mexer com o brio do grupo e recuperar a confiança Marco Favero/Agencia RBS
Foto: Marco Favero / Agencia RBS

Vai passar um furacão dentro do vestiário do Figueirense nesta semana. A chegada do novo superintendente de Esportes, Carlos Arini - ou Carlito -, promete sacudir o ambiente interno para colocar o time novamente no rumo das vitórias. A fórmula que o novo profissional alvinegro pretende implementar é simples: se falta qualidade, não pode faltar vontade.

- O que o torcedor quer é que o jogador dê a vida quando pisar em campo. Ganhar, perder, empatar faz parte do futebol. Mas sangrar e fazer com que o resultado apareça é fundamental. Pode até perder o jogo, mas existem maneiras de perder. A gente vai colocar isso na cabeça do grupo. Se a coisa não está caminhando tecnicamente, se não está num bom dia, não pode parar de correr nunca, não pode parar de dar o máximo - disse Arini, na segunda-feira, em entrevista ao repórter Kadu Reis da rádio CBN Diário.

Arini já esteve envolvido com o Figueirense no passado. Do início dos anos 2000 até 2004, colheu resultados satisfatórios fazendo parte da CSR, empesa ligada ao futebol do clube. Ele era o "C" do trio de iniciais, que ainda tinha César Sampaio (o "S") e Rivaldo (R). Nesse período, o clube subiu para a Série A e conquistou três campeonatos catarinenses consecutivos, embora a CSR tenha deixado o clube no início do Estadual da terceira conquista.

Naquele período, a CSR também trouxe para o Figueirense o zagueiro Márcio Goiano, hoje técnico da equipe. O relacionamento com o treinador é vital para que Arini possa conhecer o vestiário do time e poder desempenhar melhor o seu trabalho.

- Eu tenho um contato muito grande com o Márcio Goiano. Quando era atleta, foi eu que trouxe ele em 2001. Depois, trabalhou comigo também no Guaratinguetá. É muito importante porque a gente consegue ter uma posição, um feedback muito importante do que é o elenco e o vestiário - disse o dirigente.

Arini estava no Santo André. É considerado um profissional com bom trânsito no futebol paulista. Com o Figueirense precisando se reforçar para a Série B, isso pode ser um atalho para que o clube encontre as peças necessárias para fortalecer o grupo e renovar as esperanças da torcida.

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