Rodrigo Faraco: polêmica faz o Inter de Lages ser forte candidato ao rebaixamento - Esporte - O Sol Diário

Teve de tudo22/04/2017 | 10h37Atualizada em 22/04/2017 | 10h37

Rodrigo Faraco: polêmica faz o Inter de Lages ser forte candidato ao rebaixamento

Almirante Barroso e Metropolitano observaram de camarote as confusões do Leão Baio

Rodrigo Faraco: polêmica faz o Inter de Lages ser forte candidato ao rebaixamento Charles Guerra/Agencia RBS
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

Estava tudo muito visível. Primeiro era o Almirante Barroso e mais um. Depois o Metropolitano passou a ser o candidato a esta segunda vaga, mas o Inter de Lages começava a querer embolar a disputa. E foi o que aconteceu. E a última rodada coloca os três colados na classificação e com uma disputa totalmente aberta. Nada mais é tão claro e visível. Aconteceu que o Barroso venceu um jogo ¿impossível¿ contra o Avaí, na Ressacada.

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Aconteceu que o Inter de Lages nas últimas semanas frequentou mais as páginas policiais do que esportivas nos jornais, abrindo as portas para o rebaixamento e para os concorrentes diretos. E o Metropolitano está aí, se segurando no jogo a jogo. Desde o princípio desta disputa avaliei que Barroso e Metrô seriam os rebaixados. Agora, com tudo que aconteceu com o Inter, já vejo a equipe de Lages como fortíssima candidata a cair.

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Não há razões

O episódio do espancamento do goleiro Neto Volpi – por tudo que ouvi, e ouvi bastante gente, ele levou uma surra de pelo menos cinco homens, entre eles o presidente do clube, no hotel de concentração –, é um absurdo que marca o Catarinense 2017 e a história de um dos mais tradicionais times de futebol de Santa Catarina. Não há razões dos dois lados. Pelo que apurei, Neto Volpi, apesar de ser uma liderança técnica, não era um liderança positiva no grupo.

Ao mesmo tempo, a conduta do presidente do clube, Christopher Nunes, passa longe de ser algo exemplar, pois nada da direito a ninguém de usar a violência para ¿resolver¿ problemas.Pelos relatos, o episódio ficou muito próximo de se transformar numa tragédia, com algo mais grave.

Volpi poderia ter se resguardado na semana decisiva, ainda mais depois do outro fato – da tentativa de suborno – que deixou o atleta muito exposto. Já o presidente, na sua condição de mandatário, poderia ter mandado simplesmente rescindir o contrato dos atletas. Não precisava expulsar, nem bater em ninguém. 

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