Técnico do Avaí avalia que expulsão de Capa foi "preponderante" para a derrota em casa - Esporte - O Sol Diário

Campeonato Catarinense30/04/2017 | 20h08Atualizada em 30/04/2017 | 20h08

Técnico do Avaí avalia que expulsão de Capa foi "preponderante" para a derrota em casa

Claudinei Oliveira diz que perda de lateral atrapalhou planos do time

Técnico do Avaí avalia que expulsão de Capa foi "preponderante" para a derrota em casa Leo Munhoz/Agencia RBS
Técnico do Avaí, Claudinei Oliveira Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS
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A derrota por 1 a 0 para a Chapecoense no primeiro jogo da final do Campeonato Catarinense dentro de casa neste domingo, no Estádio da Ressacada, em Florianópolis, não mudou os planos do Avaí no Campeonato Catarinense. O técnico do time, Claudinei Oliveira, diz que os jogadores estão motivados a conseguir a virada no segundo jogo, no próximo domingo, fora de casa, em Chapecó.

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Para o treinador, o fato que complicou os planos do time dentro de campo foi a expulsão do lateral-esquerdo Capa, aos 17 minutos do primeiro tempo. Como os adversários haviam jogado no meio da semana fora de casa pela Libertadores, a intenção do Avaí era se aproveitar disso e aplicar um ritmo mais intenso na partida, o que não ocorreu com a saída de Capa:

— A expulsão do Capa foi preponderante. A gente sabia dos vários jogos em sequência deles. Com a expulsão, minimiza o desgaste (da Chapecoense). Eles fizeram o gol alguns minutos depois que tivemos um jogador expulso.

Na avaliação de Claudinei, o árbitro Hérber Roberto Lopes foi rigoroso na expulsão de Capa, assim como quando expulsou Andrei Girotto, da Chape, também no primeiro tempo. O treinador diz que o cartão vermelho para Girotto foi para compensar a medida aplicada para o lateral avaiano.

Treinador explicou saída de Marquinhos

Com a saída de Capa, Claudinei colocou o zagueiro Mauricio para recompor o sistema defensivo no lugar do meia Marquinhos, que no intervalo e no fim do jogo reclamou de ter sido substituído. O técnico revela que tirou M10 por entender que ele era o que menos poderia contribuir com as jogadas defensivas.

— Escolhi o Marquinhos porque ele era o que tem menos dinâmica de marcação. Apesar de ser ídolo, a gente não teria a transição. Optamos pela transição em duas linhas. Tínhamos três jogadores (Junior Dutra, Denilson e Rômulo) que marcaram a maioria dos nossos gols, achamos que não deveríamos tirar nenhum deles. É uma decisão que temos que tomar — explicou Claudinei.

"Temos condições de vencer lá"

Claudinei está convicto que o Avaí pode reverter o placar negativo. Coloca como fator fundamental o emocional dos jogadores avaianos que, segundo ele, é muito forte. O 2 a 0, que é o resultado que o Leão precisa para ser campeão, é um resultado normal:

— A gente tem que continuar acreditando no que podemos fazer juntos, é possível. Temos condições de ir vencer lá. Vencer por dois gols é um resultado normal, em qualquer situação da história pode acontecer porque é um clássico.

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