Zagueiro quer nível de atenção do Avaí lá em cima contra o Figueirense - Esporte - O Sol Diário

Primeira Liga17/04/2017 | 20h01Atualizada em 17/04/2017 | 20h01

Zagueiro quer nível de atenção do Avaí lá em cima contra o Figueirense

Apesar de já estar desclassificado do torneio, Betão reforça importância do clássico para o clube

Zagueiro quer nível de atenção do Avaí lá em cima contra o Figueirense Marco Favero/Agencia RBS
Foto: Marco Favero / Agencia RBS
DC Esportes
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Eliminado da Primeira Liga com duas derrotas em dois jogos, o Avaí entra em campo nesta quinta-feira, às 19h30min, para cumprir tabela na terceira rodada do campeonato contra o Figueirense. O terceiro clássico do ano na Capital tem um peso maior para o time alvinegro, que ainda tem chances de se classificar no torneio se bater o Leão por uma diferença de três gols, desde que o elenco azurra não marque. Mas, apesar do contexto favorável ao rival, o time do Sul da Ilha não pensa em entrar no Orlando Scarpelli em ritmo lento. Os jogadores entendem que clássico tem um peso diferente.

Com a primeira partida da decisão do Catarinense marcada para o dia 30 de abril, na Ressacada, corre o risco do técnico Claudinei Oliveira mandar a campo uma equipe alternativa, pensando no duelo com a Chapecoense. Apesar do foco ser a grande decisão estadual, Betão espera estar em campo.

O líder quer uma postura diferente da equipe azurra, que perdeu para o Almirante Barroso na última rodada do Estadual. Betão espera que o time tenha atenção e concentração do início ao fim da partida.

– É o treinador que vai decidir quem vai jogar. Nós sempre queremos jogar, ainda mais contra o Figueirense. Não sei o que ele vai fazer, mas o nível de concentração de todos têm que estar alto, todos têm que estar preparados para enfrentar o Figueirense – considera Betão.

Nas duas oportunidades em se enfrentaram neste ano, Avaí e Figueirense ficaram no 0 a 0. Apesar da falta de gols, os duelos foram equilibrados.

– Tem que dar a devida importância ao clássico, é histórico, gostei muito de ter jogado lá no Orlando Scarpelli (pelo Catarinense). O clima, a intensidade do jogo foi muito boa, foi digna de clássico. Não tivemos os gols, mas as festas das torcidas, o clima no campo, a disputa foi muito boa e eu ficaria muito feliz se o Claudinei optasse por mim nesse clássico. Temos que jogar pela honra do clássico. Clássico é um campeonato à parte, não importa se vai classificar, e sim a rivalidade – reforça o zagueiro.

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