Braulio da Silva Machado chama a atenção por não atrai-la na final do Catarinense - Esporte - O Sol Diário

Análise da arbitragem07/05/2017 | 18h26Atualizada em 07/05/2017 | 18h29

Braulio da Silva Machado chama a atenção por não atrai-la na final do Catarinense

Trio de arbitragem comandado por ele foi preciso nas marcações, empregou o mesmo critério e enérgico na medida que o jogo pedia

Braulio da Silva Machado chama a atenção por não atrai-la na final do Catarinense Marco Favero/Agencia RBS
Foto: Marco Favero / Agencia RBS

Não era só o trilar do apito firme. Foi também a atuação de Braulio da silva Machado. O árbitro chamou a atenção por não atraí-la. Mostrou energia não apenas para perseguir as jogadas de perto, mas também nas atitudes para abafar tensões e reclamações. Cartões, somente quando necessários e dentro do critério que estabeleceu, do início ao apito que decretou a Chapecoense campeã do Catarinense.

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Nos primeiros 15 minutos, Braulio teve atitudes compatíveis com sua movimentação em campo: enérgica. O volante Moisés foi para cima, reclamando de uma falta dura que um companheiro sofreu. Correu até o local da infração e não deu margem para confusão. Minutos depois, foi a vez do Avaí testas o homem do apito. Marquinhos deu uma entrada virial em Rossi. O árbitro foi até o lance e mostrou autoridade. Não foi preciso cartões.

Os jogadores conservaram o hábito do primeiro jogo. Qualquer encontro mais forte era seguido de pedido de cartão. Braulio da Silva Machado demonstrou ter se preparado para esta atitude, assim como os pedidos da torcida da casa. Só precisou botar a mão no bolso aos 32 minutos, como não poderia deixar de fazer. Douglas Grolli matou um contragolpe e foi amarelado.

Atento e próximo das jogadas, não foi na cavada de Rossi. Que se jogou dentro da área quando a bola lhe foi tomada quando tentava ir até a cara do goleiro Kozlinski. Há de se dizer que seu trabalho teve contribuição decisiva dos auxiliares Kleber Lúcio Gil e Carlos Berkenbrock. A dupla de bandeirinhas foi precisa a cada marcação.

Postura acertada e repetida no segundo tempo. O cartão só sairia novamente no começo do segundo tempo, quando Luan reclamou e Braulio empatou os times em amarelo. Só sairia para punir atitudes claras, como anteriores. O critério foi respeitado. Quebrado apenas para acabar com o bate-boca entre Moisés e Marquinhos, que se arrastava desde o começo da partida.

Com o 1 a 0 em favor do Avaí se arrastando, o nervosismo tomava os dois times. Foi da arbitragem o sangue frio até o apito final. Atuação não tão discreta porque teve de entrar em ação para minimizar e acabar com as confusões depois dos 43 minutos do segundo tempo. 


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