Do silêncio matinal, Chapecó faz barulho em festa pré-jogo do Verdão no Catarinense - Esporte - O Sol Diário

FINAL07/05/2017 | 10h39Atualizada em 07/05/2017 | 10h39

Do silêncio matinal, Chapecó faz barulho em festa pré-jogo do Verdão no Catarinense

Domingo da decisão do Estadual amanhece tranquilo, mas ganha sons e as cores verde e branca nas mediações da Arena Condá

Do silêncio matinal, Chapecó faz barulho em festa pré-jogo do Verdão no Catarinense Marco Favero/Agência RBS
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Chapecó amanheceu tranquila. O quase silêncio pela cidade é o prenuncio de que horas mais tarde haverá barulho, e muito. Pela segunda vez seguida, o município do Oeste do Estado recebe o jogo decisivo do Campeonato Catarinense. Neste domingo, a Chapecoense recebe o Avaí, no confronto final pela taça, marcado para as 16h, na Arena Condá.

Nas mediações do estádio, pessoas faziam caminhadas matinais sem serem interrompida pelo movimento de torcedores ou de automóveis tocando o hino da Chape no último volume. As bilheterias estavam fechadas. Os ingressos para a torcida do time mandante foram vendidos antecipadamente. Nos arredores do palco da partida, a circulação era de profissionais de veículos de comunicação e alguns funcionários do clube, que dava os últimos retoques na Arena Condá.

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Por volta das 9h30min, o fluxo de torcedores se iniciava. Um dos pontos de origem foi a barraca do ambulante Gilmar de Quadros. Há 33 anos, conta, comercializa produtos com as cores e escudo da Chapecoense. No começo, quando o clube lutava por se inserir nas divisões inferiores do Campeonato Brasileiro todos os anos, ocorria de vender apenas um artigo em dia de jogo. Neste domingo, na decisão do Catarinense, é bem diferente. Tanto que às 8h montava a mesa e a cobria com seus produtos.

— Vale a penas abrir cedo, quanto mais cedo melhor. O pessoal já está comprando. Temos muitos produtos: boné, touco, bandeira e também faixas da Chape campeão catarinense de 2017 — conta o vendedor de 44 anos.

Gilmar e a família agitavam bandeiras e sopravam apitos. Foram os chamarizes dos primeiros torcedores do Verdão que farão daquele espaço na cidade de quase 210 mil habitantes uma festa sonora e, esperam, verde e branca. 

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