Dutra sente revolta por pênalti não marcado ao Avaí e dor de pancada - Esporte - O Sol Diário

Série A16/05/2017 | 16h48Atualizada em 16/05/2017 | 16h48

Dutra sente revolta por pênalti não marcado ao Avaí e dor de pancada

"Além de ter sido pênalti, eu podia ter tido uma lesão séria", diz atacante

Dutra sente revolta por pênalti não marcado ao Avaí e dor de pancada André Palma Ribeiro/Avaí FC
Júnior Dutra sente dor física pela pancada em lance que deveria ter sido anotado penalidade ao Avaí Foto: André Palma Ribeiro / Avaí FC
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A penalidade máxima não marcada na estreia do Avaí no Campeonato Brasileiro causa dor ainda maior em Junior Dutra. Não apenas por conta do erro grave do árbitro Felipe Gomes da Silva, que daria uma possibilidade clara à equipe azul e branca marcar o gol do triunfo sobre o Vitória, na Ressacada. É que, segundo o atacante, a entrada de René que gerou a polêmica também lhe causou pesar.

— Não estou tentando entender. Estou tentando diminuir a dor da pancada, porque foi muito forte. Além de ter sido pênalti, eu podia ter tido uma lesão séria. Graças a Deus não aconteceu, nem o pênalti (foi marcado), o que prejudicou bastante a gente — desabafou o jogador, nesta terça-feira, em entrevista coletiva antes do treino na reapresentação dos atletas.

Tanto quanto pela não marcação da penalidade máxima, Junior Dutra ficou chateado pela entrada temerária que sofreu. 

— Eu vi que ele foi tentar chutar a bola, mas foi muito perigoso, uma tesoura dentro da área. Pegou minha perna. Poderia ter tido uma má sorte. O que assustou um pouco foi o juiz estar muito perto do lance. Não sei como pareceu na visão dele, mas ele estava muito perto. Depois que vi na TV, fiquei mais revoltado, porque eu não tinha visto a posição dele na hora. E pela força que foi, por ninguém contestar, 100% a favor da marcação do pênalti. Mas ,falando da perna, graças a Deus eu estou inteiro – completou.

O Avaí e ele tentam deixar as feridas para trás e pensar no próximo jogo. Na segunda, às 20h, o Leão faz seu primeiro jogo fora de casa. A equipe vai enfrentar o São Paulo no Morumbi. De acordo com o atacante, uma partida em que os propósitos azurras podem prevalecer.

— Nosso estilo de jogar é de paciência, que acredito que não há muito no Morumbi, até pelo momento do São Paulo. Se soubermos lidar com essa situação e matar as chances que tivermos, acho que podemos surpreender.

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