Goiano aponta falta de incisão do Figueirense em revés para o Bugre - Esporte - O Sol Diário

Série B24/05/2017 | 08h02Atualizada em 24/05/2017 | 08h02

Goiano aponta falta de incisão do Figueirense em revés para o Bugre

Treinador também estima que pouco tempo para a recuperação física entre as partidas pode ter influência no resultado adverso em Campinas

Goiano aponta falta de incisão do Figueirense em revés para o Bugre Daniel Chiesa/GuaraniPress
Figueirense perde para o Guarani, em duelo pela terceira rodada da Série B Foto: Daniel Chiesa / GuaraniPress
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Foi o Figueirense dos dois primeiros jogos na Série B do Campeonato Brasileiro, mas não foi o mesmo. O repertório apareceu no Brinco de Ouro, mas não da mesma forma que empregado para vencer as rodadas iniciais. Por isso, o Figueira perdeu para o Guarani, na noite de terça-feira. Para o técnico Márcio Goiano, a diferença das atuações se resume à uma palavra: incisão. 

— Pode ser em função da proximidade de jogos, também. Não tivemos tanto tempo para se recuperar. O início de partida foi abaixo. O lance do primeiro gol foi uma situação que criamos, perdemos a chance e demos a bola para eles. Tentamos chegar, com posse de bola, tivemos possibilidade de empatar no primeiro tempo ainda. Aí teve o cartão amarelo do Evandro, o segundo, que acarretaria na expulsão, o que não ocorreu. Fizemos mudanças, e chegamos pouco. Era um jogo decisivo para nós. Faltou dividir as bolas, sermos incisivos. Demos oportunidades para o Guarani, e eles aproveitaram — avaliou o comandante alvinegro, na entrevista coletiva após o duelo.

Ainda que tenha indicado que o pouco tempo de preparação entre o triunfo sobre o Náutico e o duelo perdido no Brinco de Ouro tenha acarretado em desgaste dos atletas e, consequentemente, no resultado, Marcio Goiano apontou que a falta de agressividade – como nas partidas anteriores – não deve ser apenas lamentada. Para o treinador, o resultado é lição para as 35 rodadas que estão por vir na luta pelo retorno à Série A. 

— O Guarani soube administrar o resultado. Alguns jogadores em função do tempo se jogar, acumular partidas muito próximas, ainda mais uma partida com a intensidade como foi a contra o Náutico. Poderíamos ter sido mais decisivos e incisivos. Se o juiz tivesse coragem e expulsado o jogador do Guarani, eles estariam com um a menos e a situação ser diferente. Ainda assim, não poderíamos oscilar nos primeiros minutos fora de casa, porque cada jogo é importante. Essa é uma lição para as próximas partidas — reforçou Goiano.

O Figueirense volta a jogar na próxima terça-feira. Ante o Boa Esporte, às 19h15min, a equipe preta e branca estará em ação no Orlando Scarpelli. 

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