Paixão que inspira os campeões: torcedor sonha com mais uma camisa da Chape para a coleção - Esporte - O Sol Diário

Final do Catarinense05/05/2017 | 07h25Atualizada em 05/05/2017 | 07h25

Paixão que inspira os campeões: torcedor sonha com mais uma camisa da Chape para a coleção

Microempresário Eduardo José Fausti tem um museu particular da história do clube

Paixão que inspira os campeões: torcedor sonha com mais uma camisa da Chape para a coleção Márcio Cunha/especial
Foto: Márcio Cunha / especial

Enquanto a Chapecoense está com um projeto de construir um Memorial na Arena Condá, o microempresário Eduardo José Fausti já tem um museu particular da história do clube. Num espaço de 30 metros quadrados de seu apartamento, ele reúne mais de 300 itens do Verdão. Até o forno e a churrasqueira foram aposentados para dar espaço à paixão pela Chape.

Tudo começou em 1995, quando comprou a primeira camisa, na época patrocinada pelo Frigorífico Chapecó. Naquele ano, a Chapecoense foi vice-campeã estadual. No título de 1996 veio a segunda, e daí não parou mais. São cerca de 130 camisas que ficam guardadas e outras 15 que estão em uso. Agora, mais um sonho. Com o possível título do Campeonato Catarinense, o manto da decisão se torna mais um objeto de colecionador, que Fausti espera ter a sorte de ter.

Entre os mantos estão raridades como a que Nivaldo usou no jogo do título de 2007, em Criciúma. Há camisas do tempo em havia um rodízio de patrocínios, com a Sadia, Chapecó e Frigorífico Aurora. Há outra com listras amarelas do tempo em que a Chapecoense se fundiu com o Kindermann, de Caçador. Outra foi presente de Cadu Gaúcho, vítima do acidente aéreo, do tempo em que ainda jogava, antes de virar gerente de futebol. Há ainda raridades da década de 80.

Fausti sempre vai aos jogos com uma camisa nova para tentar trocar se conseguir avistar alguma diferente. Ele calcula que faltam umas onze para completar a coleção dedicada ao Verdão.

Foto: MARCIO CUNHA / Especial

A medalha do título de 2007 ele ganhou do zagueiro William Amaral, que depois até acabou virando seu genro ao casar com a filha Dayane Fausti.

Também ganhou chuteiras e luvas de Nivaldo e também luvas de Rodolpho, goleiro do título Catarinense de 2011.

Amor estampado até nas paredes

Numa parede estão os quadros de todas as equipes desde a fundação, em 1973. Faltam os escretes de 1992, 1983 e 2001. No outro canto estão vários utensílios como copos, garrafa térmica, cuia, chaveiros e até uma santa que ele personalizou.

Fausti é do tempo que praticamente não haviam produtos com o símbolo do clube. Por isso, tinha que usar a criatividade.

– Eu comprava alguns itens o Palmeiras, que era verde e colava o adesivos, que eu pedia para um amigo que fazia plotagem, e colava em cima – recorda.

E também colocava toda a família para fazer os produtos. Ele tem tanta coisa que há dois anos o departamento de marketing da Chapecoense o procurou para ver que produtos poderia lançar.

Fausti já está pensando onde vai colocar o quadro do time campeão de 2017.

– Não vamos precisar nem das vantagens, vamos ganhar por 2 a 1 com gols do Wellington Paulista e do Reinaldo, de falta; no ano passado a Chapecoense já era favorita e neste ano é mais favorita ainda – declarou.

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