Para Mancini, derrota da Chape na Recopa é lição para a Série A - Esporte - O Sol Diário

Bola para frente11/05/2017 | 09h15Atualizada em 11/05/2017 | 09h15

Para Mancini, derrota da Chape na Recopa é lição para a Série A

Dificuldades enfrentadas no duelo ante o Nacional devem ser recorrentes no caminho da Chapecoense pela permanência no Campeonato Brasileiro

Para Mancini, derrota da Chape na Recopa é lição para a Série A Márcio Cunha/Especial
Mancini acredita em boas noções à Chape pelo desempenho na Recopa Foto: Márcio Cunha / Especial
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Jogo disputado, adversário entrosado, torcida barulhenta e que empurra o time o tempo todo. A atmosfera da derrocada da Chapecoense na Recopa Sul-Americana não será esquecida. Não porque tratava-se de uma partida de reencontro entre ¿irmãos¿. É que segundo o técnico Vagner Mancini as condições podem variar, mas vão se repetir na disputa do Campeonato Brasileiro.

Neste sábado, às 19h, a Chape enfrenta o Corinthians, em São Paulo, na estreia da competição. Eis uma possibilidade latente de encontrar uma Arena Corinthians não muito diferente do que a Chape encarou no revés por 4 a 1 para o Atlético Nacional, no Atanásio Girardot.

— A derrota não deve ser encarada como algo que possa abalar aquilo que já fizemos. A Chape tem um time novo, e vive algumas emoções diferentes. Não foi neste jogo especificamente, apenas, uma final de Recopa, mas tem a Libertadores com uma equipe que joga junto há quatro meses. Em alguns momentos teríamos dificuldades, ainda bem que fomos bem no início de ano, ganhamos o Estadual. Mas até então não havíamos jogado num estádio com uma atmosfera dessas. Não serve como desculpa, mas como aprendizado. Teremos de aprender, porque no sábado tem brasileiro que é mais difícil. Teremos de estar mais maturados e amadurecidos. 

A Chapecoense queria o título da Recopa, poderia ser o segundo em menos de quatro dias — faturou o Catarinense no último domingo —, mas ficou com as medalhas de vice. A derrocada, conforme o treinador, não pode atrapalhar a reconstrução de praticamente cinco meses. A obra verde tem de seguir.

— Viemos a Medellín em busca do título. Fizemos um bom jogo em Chapecó (venceu por 2 a 1) e sabíamos que a tônica desta partida seria outra. Lutamos muito por isso. Mas o Nacional está de parabéns. Acho que temos de sair de cabeça erguida pelo belo ano que fazemos em nossas condições. Vimos um jogo de futebol disputado, leal. Reconhecemos que mereceram o título, mas achamos que teríamos condição — explicou o treinador da Chape, na entrevista coletiva após o revés em Medellín.

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