Vitória do Figueira sobre o Náutico "faz diferença", aponta Goiano - Esporte - O Sol Diário

Série B21/05/2017 | 08h00Atualizada em 21/05/2017 | 08h00

Vitória do Figueira sobre o Náutico "faz diferença", aponta Goiano

Para treinador, vencer diante do torcedor era de suma importância no começo da caminhada do campeonato, para afastar as desconfianças

Vitória do Figueira sobre o Náutico "faz diferença", aponta Goiano Leo Munhoz/Agência RBS
Treinador acredita que vitória no primeiro jogo no Scarpelli era fundamental para atrair o torcedor Foto: Leo Munhoz / Agência RBS

Vencer o Goiás, na estreia da Série B do Campeonato Brasileiro, serviu para colocar a interrogação em xeque. Havia desconfiança sobre o elenco do Figueirense depois do Catarinense ruim e, principalmente, pelos nomes contratados para a disputa nacional, pouco conhecidos do torcedor. No entanto, o triunfo por 3 a 0 sobre o Náutico, neste sábado, foi decisivo para mudar o sentimento nos corações alvinegros. De acordo com o treinador Márcio Goiano, era primordial a vitória para que isso ocorresse.

Neste momento, são inevitáveis os comparativos da equipe que terminou o Estadual com a que arranca na Série B. A velocidade e a agressividade no ataque, são marcas bem claras do que ainda será chamado de ¿novo Figueirense¿. Rótulo que o treinador não refuta.

— Respeitamos o que passou, mas começamos outra história. Os atletas que estão aqui sabiam desde o início do Catarinense ruim e que teriam de provar dentro de campo, como sempre ocorre no futebol. As vitórias são importantes, como a sobre o Goiás, mas a do Náutico é para fazer a diferença por ser diante da torcida. Em momento algum tivemos situação de perigo, os atletas souberam marcar e atuar em velocidade, valorizamos a posse e procuramos a vitória. Vamos escrever uma nova história, porém foi apenas o segundo jogo — contemporizou o treinador, em entrevista coletiva.

O 3 a 0 sobre o clube pernambucano deixou clara a filosofia de jogo do Figueirense, que tem melhor domínio da posse de bola, valoriza-a sem simplesmente toca-la de um lado para o outro. Serve na tentativa constante de armar a jogada em velocidade que termine, preferencialmente, com finalização efetiva e gol a favor do Alvinegro.

— Não temos porque nos desfazer da bola, e nem que o adversário tenha a posse. Tivemos jogadas que forçamos. Não podemos forçar, porque os gols não ocorrem de qualquer forma, mas de maneira trabalhada. É no dia a dia que trabalhamos posse e cobramos dos atletas. Podemos até mudar em função dos jogos, mas a postura dentro de campo, não — explanou o comandante do Furacão.

A vitória sobre o Náutica foi boa, deixou o Figueirense na frente, entre os times que têm 100% de aproveitamento na Série B do Campeonato Brasileiro. Porém, há pouco tempo para celebrar. Nesta terça-feira, às 21h30, o Figueira encara o Guarani, no Brinco de Ouro, em Campinas (SP).

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