Claudinei espera paciência da torcida do Avaí em jogo ante o Coxa - Esporte - O Sol Diário

Série A12/07/2017 | 16h21Atualizada em 12/07/2017 | 18h48

Claudinei espera paciência da torcida do Avaí em jogo ante o Coxa

Treinador do Leão pede tolerância do torcedor em duelo na Ressacada pela dificuldade do duelo contra "time bom, que vem de resultados ruins"

Claudinei espera paciência da torcida do Avaí em jogo ante o Coxa Marco Favero/Agencia RBS
Técnico Claudinei Oliveira alerta atletas e torcida que má fase do rival não significa facilidade em confronto Foto: Marco Favero / Agencia RBS
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O Avaí vai enfrentar o Coritiba, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, embalado pela vitória sobre o Grêmio, fora de casa, e a invencibilidade de três partidas na competição. O momento é oposto ao do adversário. O Coxa não vence há sete jogos. A seca do rival, porém, não significa que será simples o duelo das 21h desta quinta-feira, na Ressacada. Tanto que na véspera do confronto o técnico Claudinei Oliveira pediu paciência ao torcedor azurra que estiver no estádio.

— Procuramos vencer sempre, sabemos da dificuldade. Eu preferia jogar contra o Corinthians do que contra o Coritiba. O torcedor viria com tolerância, uma paciência. O torcedor olha os resultados do Coritiba e não sabe a dificuldade que é. É um time bom, mas que vem de resultados ruins. Esperamos que ele (torcedor) venha com paciência para conseguirmos encaixar vitórias e respirar fora da zona de rebaixamento. Assim, tudo fica mais fácil — disse o comandante do Leão em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira, antes do treinamento apronto ao jogo.

O placar de 2 a 0 favorável na casa do Grêmio e a invencibilidade, também com a meta intacta nas últimas três partidas, aumentaram a confiança dos atletas e a esperança do torcedor. Porém, Claudinei Oliveira deixa claro que a euforia não é sentimento comungado pelo grupo de jogadores. Até porque a luta do Avaí, neste instante, é para sair da zona do rebaixamento.

— Trabalhar com vitória, o ambiente fica mais leve, isso é inegável. Eu não enxergava um rendimento ruim da equipe e por isso eu não me desesperei e fiz grandes mudanças. Sempre achei que uma hora a coisa ia acontecer. Mas não podemos nos contaminar e achar que está bom, porque senão volta o que estava antes. Vamos com equilíbrio, tenho preocupação em blindar (grupo). Somos uma boa equipe, organizada, capaz de brigar com todas as outras. Porém, não podemos achar que já está bom, que vamos brigar para sermos campeões. Uma coisa de cada vez — decretou o treinador.

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