Augusto Ittner: Centro de Iniciação ao Esporte começa a sair do papel em Blumenau - Esporte - O Sol Diário

Esportes14/08/2017 | 08h40Atualizada em 14/08/2017 | 08h40

Augusto Ittner: Centro de Iniciação ao Esporte começa a sair do papel em Blumenau

Espaço no Badenfurt deve ser referência para 19 modalidades esportivas

Augusto Ittner: Centro de Iniciação ao Esporte começa a sair do papel em Blumenau Divulgação/PMB
Foto: Divulgação / PMB

Três anos e oito meses depois de anunciado, o Centro de Iniciação ao Esporte finalmente vai sair do papel. A estrutura será construída na Escola Básica Municipal Paulina Wagner, no Badenfurt, e custará R$ 3 milhões – recurso do Ministério do Esporte.

A ordem de serviço para a obra será assinada nesta terça-feira, às 10h, e a previsão é de que em outubro do ano que vem ela seja entregue pela empresa responsável. No total, 19 modalidades serão contempladas com o espaço, envolvendo também o paradesporto: atletismo, basquete, boxe, handebol, judô, lutas, tênis de mesa, taekwondo, vôlei, esgrima, ginástica rítmica, badminton, levantamento de peso, esgrima de cadeira de rodas, judô paralímpico, halterofilismo, tênis de mesa paralímpico, vôlei sentado e goalball. Serão 1,8 mil metros quadrados destinados ao esporte blumenauense, incluindo um ginásio com quadra poliesportiva e capacidade para 144 pessoas sentadas.

A promessa é de que a estrutura seja um empurrão ao desenvolvimento do esporte de alto rendimento. Isso, em tese, faz com que o município volte a pensar em desempenho, não apenas em tirar crianças da rua em polos destinados mais ao entretenimento dos jovens do que à descoberta de talentos na prática. Essa é a parte legal da história, já que a presença de Blumenau nas grandes competições nacionais (Liga Ouro de basquete masculino, Liga Nacional de basquete e handebol femininos, Superliga B de vôlei masculino) dá um norte aos jovens atletas que queiram seguir em determinadas modalidades.

E já que a cidade volta a receber investimentos no esporte e quer retomar a hegemonia de anos atrás, bem que poderia discutir a criação de um Projeto Olímpico, né? Com atletas em condições de figurar na Olimpíada de Tóquio, daqui a três anos (marchadores, karatecas, ginasta, entre outros do paradesporto), a criação de um fundo específico poderia valorizar ainda mais financeiramente os esportistas, sem necessariamente extrair esse recurso da Fundação Municipal de Desportos (FMD), como ocorre hoje em dia. Fica a sugestão.

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