Comitê Paralímpico Brasileiro faz testes com paratletas de Blumenau com foco em Tóquio 2020 - Esporte - O Sol Diário
 

Esporte25/08/2017 | 12h16Atualizada em 25/08/2017 | 12h16

Comitê Paralímpico Brasileiro faz testes com paratletas de Blumenau com foco em Tóquio 2020

Aproximadamente 60 jovens de Blumenau passam por avaliações no Sesi

Comitê Paralímpico Brasileiro faz testes com paratletas de Blumenau com foco em Tóquio 2020 Lucas Correia/Jornal de Santa Catarina
Foto: Lucas Correia / Jornal de Santa Catarina
Jornal de Santa Catarina
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Os olheiros estão por aqui. Desde quinta-feira uma equipe do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e da Faculdade de Educação Física da Unicamp (SP) está em Blumenau para participar de uma ação com os alunos do paradesporto escolar e adulto da cidade. É uma espécie de peneira, em que os profissionais buscam talentos que possam ser moldados para alguns esportes até Tóquio-2020.

Aproximadamente 60 paratletas participam dessa avaliação para identificar não somente potenciais para os Jogos, como também tentar encontrar as modalidades que mais se encaixam com cada um.

Nesse momento o projeto é direcionado aos atletas que têm paralisia cerebral, embora englobe também outras deficiências. Blumenau é a segunda cidade cujos atletas participam dessa bateria de exames e foi escolhida pela atenção que dá ao paradesporto.

A avaliação se estendeu até o meio-dia desta sexta-feira no Complexo Esportivo do Sesi, no Vorstadt. Conforme a coordenadora do paradesporto da cidade, Giselle Margot Chirolli, a vinda dos especialistas para cá expõe o potencial do município na formação de bons nomes.

– Com as avaliações feitas, eles (os profissionais do CPB e Unicamp) acabam conhecendo os nossos atletas e vendo esses talentos. Já para nós, os próprios testes trazem coisas novas que poderemos colocar no dia a dia e ajudar a formar ainda mais paratletas – pontua Giselle, com a expectativa de que Blumenau possa ter pelo menos dois nomes em Tóquio-2020.

Conforme a coordenadora, seis têm chances e serão lapidados nos próximos três anos.

— Se trabalhar bem, tivermos recursos e formos otimistas, quem sabe conseguiremos até mais — acrescenta.


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