Nova gestão costura acordo para volta de Fernandes ao Figueirense - Esporte - O Sol Diário

Eterno camisa 1011/08/2017 | 08h00Atualizada em 11/08/2017 | 08h01

Nova gestão costura acordo para volta de Fernandes ao Figueirense

Dirigentes encaminham conversas para que ídolo faça parte do corpo de funcionários do clube

Nova gestão costura acordo para volta de Fernandes ao Figueirense Charles Guerra/Agencia RBS
Fernandes, eterno camisa 10 do Figueirense, pode voltar ao clube em função ainda não definida Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

Rodrigo Fernandes Valete. O último sobrenome é carta de baralho. Mas a cartada da atual gestão do Figueira atende pelo segundo nome, bem conhecido do torcedor. O novo Figueirense se mexe e costura o retorno do ídolo Fernandes ao seio alvinegro. Uma ideia que toma forma desde o início da semana, quando da aprovação do Conselho Deliberativo para a administração no sistema de clube-empresa, com o CEO Alex Bourgeois no comando.

O clube apresentou Fred Mourão como novo diretor de marketing. O retorno do agora ex-jogador tomou conta da entrevista coletiva. O novo integrante do organograma do Figueira, em uma rede social, deixou no ar a possibilidade de aparição de Fernandes no jogo das 19h de sábado, no Orlando Scarpelli. Na apresentação foi comedido. Porém, deu sinais do desejo da nova gestão em ter, pelo menos, o eterno camisa 10 por perto.

— A história do clube tem que ser mantida, os ídolos precisam ser muito bem cuidados. O ídolo continua e a administração muda. Se ele vai estar com a gente no sábado, o que vai acontecer, estamos negociando. Mas vamos fazer o possível para que os ídolos do Figueirense sejam bem tratados — disse Mourão.

O desejo de ter Fernandes no quadro de funcionários alvinegros, porém, não é tão recente. No início do ano, ao iniciar as atividades, o gerente de marketing Fernando Kleimmann chegou a fazer contato com o querido da torcida. Porém o motivo que o fez se distanciar do Figueira foi mais forte e persistiu. No segundo semestre de 2012, enquanto ainda atuava dentro das quatro linhas, o então presidente Wilfredo Brillinger ofereceu redução do salário no contrato vigente. Começava ali o afastamento.

Magoado, Fernandes preferiu sair e disse a si mesmo que não retornaria sequer as dependências do clube enquanto Brillinger estivesse no comando. No novo Figueirense, iniciado esta semana, a possibilidade de retorno imediato vem à tona. Nos bastidores está em costura a aparição do ex-jogador e eterno ídolo em alguma função, ainda não definida tampouco o setor em que atuaria.

No entanto, é questão de — pouco — tempo para que isso ocorra. Até porque a nova gestão do Figueirense ainda precisa angariar a confiança da torcida. Justamente o que Fernandes tem, e de sobra, para com os alvinegros.

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