Roberto Alves: CEO do Figueirense, Alex Bourgeois disse que não veio apenas para vender jogadores - Esporte - O Sol Diário

Opinião23/08/2017 | 08h30Atualizada em 29/08/2017 | 21h08

Roberto Alves: CEO do Figueirense, Alex Bourgeois disse que não veio apenas para vender jogadores

Executivo explicou quais são as prioridades do grupo que assumiu o clube

Roberto Alves: CEO do Figueirense, Alex Bourgeois disse que não veio apenas para vender jogadores Diorgenes Pandini/Agencia RBS
Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS
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Alex Bourgeois, CEO do Figueirense, explicou no Debate Diário, da CBN Diário, desta terça-feira, quais são as prioridades do grupo que assumiu o clube: 

1 – Sair da situação em que se encontra na tabela de classificação da Série B. 

2 – Três novos reforços, cujos nomes a equipe do programa definiu, e ele não negou: Xuxa, João Lucas e Abuda. 

3 – "Temos ambição imediata e meta a longo prazo". Desejo de voltar à Série A para alavancar o projeto e a meta há longo prazo de participar de competições internacionais. 

4 – "Não viemos aqui apenas para vender jogadores. Temos um projeto e vimos potencial no clube para desenvolvê-lo". Venda ou compra de atleta faz parte do negócio. 

5 – Milton Cruz é técnico até o fim do ano em atendimento ao projeto. "Para nós, resultados não mudam comando de times de futebol". 

6 - A empresa Figueirense S.A. tem 95% do comando do clube. Os 5% ficam com o Figueirense associação. Poder de mando total. O presidente da associação (atualmente Wilfredo Brillinger), que foi eleito, apenas vai assinar contratos. 

Repercussão 

Junto aos ouvintes e os que estavam nos aplicativos da CBN Diário a repercussão foi favorável, a julgar pelas manifestações que chegaram ao programa. Alex Bourgeois respondeu às criticas da imprensa paulista de forma até respeitosa dizendo que "a imprensa tem todo direito à crítica". 

O dirigente máximo do Figueirense julga ser um homem vitorioso nos projetos que assumiu e acha que aqui não será diferente. Disse ainda que o passivo do Figueirense é assustador (R$ 70 milhões), mas controlado no Profut, que é o programa de futebol do governo.

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