"Falta o azul no branco, a assinatura", frisa Marquinhos sobre renovação com Avaí - Esporte - O Sol Diário

Azurra26/10/2017 | 21h16Atualizada em 26/10/2017 | 21h21

"Falta o azul no branco, a assinatura", frisa Marquinhos sobre renovação com Avaí

Meia vai defender o Leão na próxima temporada, que deve ser a última da carreira

"Falta o azul no branco, a assinatura", frisa Marquinhos sobre renovação com Avaí André Palma Ribeiro/Avaí FC
Marquinhos espera estar bem fisicamente para atuar na próxima temporada pelo Avaí Foto: André Palma Ribeiro / Avaí FC
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Marquinhos está bem perto de assinar a renovação de contrato com o Avaí até o fim de 2018. Mês passado, em entrevista à Rádio CBN Diário, o presidente Francisco Battistotti afirmou que estava tudo acertado entre clube e jogador. Na coletiva de imprensa desta quinta-feira, o meia confirmou que falta apenas a assinatura, o que deve ocorrer nos próximos dias.  

— Falta o azul no branco, a assinatura. A gente já conversou, está tudo alinhavado, falta assinar o contrato. Como ele diz: "é no fio do bigode" (imitando a voz de Battistotti), mas quem sou eu para duvidar. Tudo que ele me prometeu, ele cumpriu. Deve acontecer nos próximos dias (a assinatura). Meu pensamento é no Grêmio. Com a assinatura fica mais tranquilo, não tenho porque duvidar do presidente — frisa Marquinhos. 

Confira o vídeo com a entrevista do ídolo azurra na CBN Diário.

Identificado com o Leão e ídolo da torcida, o meia deve permanecer na Ressacada em algum cargo após pendurar as chuteiras. Antes, pensa em realizar algum curso na Confederação Brasileira de Futebol (CBF), para depois poder ajudar o Avaí "transição da base para o profissional, como Luanzinho agora". 

— Conversar para eles não se deslumbrarem. O Avaí perdeu muito jogador, porque um atleta fazia uma partida no profissional e já achava que estava no Real Madrid, no Barcelona, com a vida garantida. Futebol não é assim. Futebol todo dia, todo mês, toda semana tem um atleta que era revelação e dois anos depois caiu no esquecimento, não joga mais bola — observa.

Quanto à aposentadoria, o ídolo azurra espera ter condições físicas de defender o time. Caso isso não seja possível, diz que será hora de parar. 

— Depende do andar da carruagem, de repente a permanência, o título catarinense, tudo depende. Eu tenho que ver meu corpo, uma pré-temporada. A princípio até o final de 2018. Eu quero ajudar o Avaí, a partir do momento que eu ver que estou atrapalhando, ou agredindo minha saúde, como já fiz, mas não me arrependo. Tem uma hora que não dá mais. Eu tenho que estar bem para desfrutar com a família, tenho que jogar bola com meu filho, brincar com minhas filhas. Hoje eles vivem para mim, então quando eu parar tenho que viver para eles. Não adianta ganhar dinheiro e depois gastar por causa de doença. É até final de 2018, mas se estiver debilitado, paro no meio do caminho — avisa. 

Domingo, às 19h, o Avaí recebe o Grêmio, na Ressacada, pelo Campeonato Brasileiro. 

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