Mudança de papéis: Avaí entra no Z-4, enquanto o Figueirense sai. Entenda - Esporte - O Sol Diário

Clássico03/10/2017 | 07h00Atualizada em 03/10/2017 | 19h38

Mudança de papéis: Avaí entra no Z-4, enquanto o Figueirense sai. Entenda

Clubes fizeram bom jogo no estádio Orlando Scarpelli pelo Catarinense

Mudança de papéis: Avaí entra no Z-4, enquanto o Figueirense sai. Entenda Leo Munhoz/Diário Catarinense
Figueira comemora a saída da zona de rebaixamento Foto: Leo Munhoz / Diário Catarinense
João Lucas Cardoso
João Lucas Cardoso

joao.lucas@somosnsc.com.br

A rodada do fim de semana fez com que Avaí e Figueirense trocassem de papéis em suas divisões de Campeonato Brasileiro. O Leão, que estava há três rodadas fora, voltou para a zona de rebaixamento. O Furacão, que passou mais de três meses no Z-4, enfim, saiu. O Diário Catarinense tenta explicar o motivo da inversão de lugares da dupla da Capital.

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Entender a competição
Não foi apenas a entrada na zona de rebaixamento e a pressão por estar nela. O tempo de campeonato – faltando 11 rodadas para o final – fez com que o Figueira entendesse o que é necessário para jogar o torneio. O time técnico, de jogadas trabalhadas na primeira rodada, passou a atuar com mais pegada, colocando o aspecto físico em primeiro lugar para deixar o campo de jogo com pontos preciosos.

Assiduidade na pontuação
Em uma competição em que uma mesma equipe passa por diferentes fases, como é a Série B, a regularidade é valiosa. E o Figueirense do técnico Milton Cruz conseguiu somar pontos com mais frequência. Nas últimas 10 partidas, em apenas duas a equipe não deixou o gramado com algum na conta. Ganhou quatro e empatou os outros quatro. Ficar sem perder os últimos três compromissos foi primordial para deixar o Z-4.

Ambiente melhor
A troca na gestão do clube, na forma e nas pessoas, começa a fazer efeito. Os salários foram colocados em dia e os pontos começaram a aparecer. As saídas de jogadores importantes, como o meia-atacante Robinho, negociado, e o zagueiro Bruno Alves, foram superadas. Os atletas mais jovens demonstram estar mais soltos. Vale lembrar que há cobranças. Houve treino que teve início atrasado por causa delas.

Leão tropeça na Série A

 juanAvaí X Atlético Goianiense na Ressacada, jogo valido pelo Campeonato Brasileiro
Foto: Cristiano Estrela / Diário Catarinense

Competição equilibrada
Três pontos separam o Avaí do 10º colocado, o Vasco (próximo adversário). O bolo de equipes pelo meio da tabela e zona de rebaixamento faz com que uma vitória alavanque um time, mas a derrota empurra para baixo. Tanto que o empate contra o Atlético-MG, duas rodadas atrás, fez o time subir posição na tabela. Mas o tropeço ante o Atlético-GO jogou o Leão na zona de rebaixamento novamente.

Postura contra rivais diretos
Defesa trancada e escapadas em velocidade ou o auxílio da bola parada para chegar ao fundo das redes. A forma azurra de atuar tem se mostrado eficiente diante de equipes da parte alta da classificação, mas nem tanto na de baixo, principalmente em casa. Quando a partida pede mais posse de bola e iniciativa, a equipe sofre. Foi assim contra o Dragão, mas também quando recebeu o Coritiba e a Ponte Preta, por exemplo.

Começo ruim
Nos nove primeiros jogos do Campeonato Brasileiro, o Avaí conseguiu somar apenas cinco pontos. O baixíssimo aproveitamento na arrancada da competição deixou claro – e muito cedo – em que faixa da classificação seria a briga da equipe. No entanto, também determinou que haveria apuros. Tanto que a derrota que acabou com uma sequência de sete jogos de invencibilidade resultou em Z-4.

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