"Terminar em 16º para nós é um título nacional", diz Marquinhos, do Avaí - Esporte - O Sol Diário

Azurra26/10/2017 | 15h01Atualizada em 26/10/2017 | 15h04

"Terminar em 16º para nós é um título nacional", diz Marquinhos, do Avaí

Meia lamenta lesões e faz uma análise da situação do time no Campeonato Brasileiro 

"Terminar em 16º para nós é um título nacional", diz Marquinhos, do Avaí Marco Favero/Diário Catarinense
Marquinhos retornou ao time em momento crucial na luta do Avaí pela permanência na Série A Foto: Marco Favero / Diário Catarinense
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Peça fundamental no segundo tempo do Avaí no empate com o Botafogo e titular na vitória sobre a Ponte Preta, Marquinhos teve o ano prejudicado por causa das lesões. Foi reflexo do ano passado, do retorno às pressas aos gramados, o que "sobrecarregou meu tendão da perna esquerda", admitiu o meia na coletiva de imprensa desta quinta-feira. O jogador ainda analisou a situação da equipe no Campeonato Brasileiro da Série A e disse que, se a competição terminasse hoje, "estaríamos feliz demais". 

— Paguei por isso, mas tudo dentro do esperado. Ainda bem que o resultado foi positivo, diferente de 2015 que joguei com o ligamento rompido e o resultado foi o rebaixamento. Esperei, não desanimei, treinei bem e esperei o espaço. Entrei durante as partidas e mantive a regularidade. Quando me foi dada a oportunidade, aproveitei. Nunca me considerei reserva, acredito que todo jogador tem que se considerar importante, independente de jogar 15, 20 minutos, jogo inteiro, meio tempo. Temos que respeitar, assim como o treinador nos coloca para jogar, tem o direito de tirar quando achar que o rendimento caiu. Eu não podia ser injusto, porque a equipe vinha conquistando os resultados — analisa Marquinhos, lembrando que é preciso respeitar o momento do companheiro e a opção do treinador. 

O Avaí luta para escapar do rebaixamento na Série A. É atualmente o 16º colocado, com 34 pontos. Conhecedor de cada canto da Ressacada, Marquinhos recorda o passado de dificuldades do clube, com atrasos de salários, e que o momento é bem diferente hoje.

— Campeonato difícil, mas nada anormal do que imaginávamos. Esse é nosso campeonato, o que aconteceu em 2009 é anormal e todo mundo é enaltecido até hoje. Pela dificuldade financeira, diferença de cotas que temos, e um ano muito difícil. Até voltar o nome do Avaí de bom pagador, o início foi difícil montar elenco, porque o clube era taxado de mau pagador. A gente vinha de uma sequência de atrasos de salário e jogador quer saber de salário em dia, porque as contas não esperam para chegar. Agora está tudo correto, por isso a permanência é importante. Limpamos o nome. Se acabasse o campeonato hoje, estaríamos feliz demais, daí em 2018 dar um passinho a mais, mas não muito largo, porque temos melhorias internas, e temos que ficar na Série A para permitir o Battistotti (Francisco, presidente do clube) dar um salto de qualidade dentro do clube e fazer um time que possa brigar mais em cima. Terminar em 16º para nós é um título nacional — resume Marquinhos. 

O grupo azurra treinou nesta quinta no CFA. Domingo, às 19h, o Avaí recebe o Grêmio, na Ressacada.

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