Caras novas, nem tão novas nos times que disputam o Catarinense 2018 - Esporte - O Sol Diário
 

Principais nomes08/01/2018 | 21h23Atualizada em 09/01/2018 | 07h20

Caras novas, nem tão novas nos times que disputam o Catarinense 2018

Conhecidos no futebol de Santa Catarina ou pelo próprio torcedor são maioria entre as contratações de destaque dos times que disputam o Estadual de 2018

Caras novas, nem tão novas nos times que disputam o Catarinense 2018 Marco Favero/Diário Catarinense
André Moritz é uma das principais contratações do Avaí Foto: Marco Favero / Diário Catarinense
João Lucas Cardoso
João Lucas Cardoso

joao.lucas@somosnsc.com.br

Caras novas, embora nem tanto. Os 10 times que disputam o Campeonato Catarinense que se avizinha foram ao mercado, mas não muito longe, para se reforçar. Vide os principais jogadores contratados para encarar o Estadual que inicia na quarta-feira da próxima semana. Os destaques de cada clube são atletas conhecidos no futebol de Santa Catarina, até mesmo do próprio torcedor do clube, na maioria das vezes.

Avaí, Criciúma e Tubarão, por exemplo, têm entre as principais contratações jogadores que já vestiram suas camisas antes O Leão conta com André Moritz, formado em sua base e que passou uma década no exterior e agora volta a usar azul e branco. O Tigre e o Peixe, por sua vez, têm atletas que nem passaram tanto tempo desde a última partida pelas equipes. Élvis estava no Heriberto Hülse no segundo semestre de 2016, e Daniel Costa jogou pelo time do Domingos Silveira Gonzales no Catarinense passado.

Somente Chapecoense e Figueirense têm destaques que vão para o seu primeiro Catarinense – o atacante Guilherme e o goleiro Denis, respectivamente. Houve atleta que não precisou ir longe para trabalhar em novo clube. 

Estes são os casos de Concórdia, Hercílio Luz, Inter de Lages e Joinville. De acordo com o gerente de futebol do JEC e membro da Associação Brasileira de Executivos de Futebol (Abex 
Futebol), Carlos Kila, montar um elenco atualmente exige ainda mais 
do dirigente.

– Acontece em função da economia também. O nível de investimento cai, e ele tem que ser criativo para montar um grupo equilibrado, com qualidade e experiência. E precisa ser criterioso para contratar pela exigência ainda maior. Outra alternativa é a troca, como tem ocorrido inclusive em grandes clubes do país. Se há dificuldade em uma posição e excesso de atletas em outra, é uma maneira criativa de solucionar a questão – relaciona o executivo.

Quando a bola rolar, enfim, o torcedor poderá descobrir se a criatividade dos dirigentes foi acertada, se as apostas foram certeiras. E falta pouco tempo para ver isso de perto.

Goleiro Dênis - Figueirense
Denis é aposta por segurança no gol do FigueirenseFoto: Luiz Henrique / FFC

AVAÍ - André Moritz
Bom filho à casa torna. Formado na base azurra, o meia rodou o mundo e atuou em cinco países diferentes, inclusive na Liga Inglesa e voltou à Ressacada. Deve atuar próximo à Judson e elevar a criatividade da equipe na parceria com Marquinhos.

BRUSQUE - França
O clube aposta em uma equipe que mistura jogadores promissores e outros tarimbados. França está no meio do caminho. Aos 26 anos, demonstrou alto nível técnico, mas as polêmicas o prejudicaram. O Brusque dá a chance de retomar a carreira. 

CHAPECOENSE - Guilherme
Para reforçar o setor ofensivo, a Chape encontrou no mercado um atacante promissor. Tanto que o Grêmio emprestou o jogador de 22 anos. Depois de 62 partidas pelo Botafogo no ano passado, Guilherme tem a chance de se firmar vestindo a camisa verde.

CONCÓRDIA - Aldair
O jogador de 26 anos é formado pelo Joinville. Aldair deixou o Brusque para se juntar à equipe que retorna à elite estadual. O meia-mostrou que sabe fazer gol em SC: seis pelo Camboriú em 2016 e anotou sete enquanto esteve no JEC durante a temporada passada. 

CRICIÚMA -  Élvis
Chegou ao Heriberto Hülse para retomar o bom futebol que demonstrou com a camisa tricolor. Em 2016 fez 12 gols em 38 jogos, antes de ir ao Figueirense. No ano passado defendeu Red Bull Brasil e CRB e está de volta para dar agressividade à meia-cancha. 

FIGUEIRENSE - Denis 
Passado o ano de frustrações na posição, o Alvinegro encontrou no mercado um nome de respeito. Quase uma década depois de São Paulo, o goleiro de 30 anos vai ter a chance de ter sequência e se tornar unanimidade e, enfim, ganhar idolatria de uma torcida. 

HERCÍLIO LUZ - Lima
Desembarcou no Aníbal Costa por causa do apelido: Limatador. Hoje com 35 anos, o centroavante chegou a anotar 17 gols no Catarinense de 2011, pelo Joinville. Foi resgatado do futebol amador para ser esperança de gols – e da permanência – do Leão do Sul. 

INTER DE LAGES - Toshi
O nipônico chegou a Santa Catarina em 2014, para defender o Avaí. Como profissional, fez apenas 10 jogos desde então. Subiu a Serra para ter, enfim, oportunidades. E ainda chamou a atenção do Leão Baio: o japonês terá chance de mostrar o seu potencial.

JOINVILLE - Michel Schmoller
O Joinville também foi no mercado local para reforçar o meio de campo. Na equipe recheada com atletas experientes do Tricolor, o volante de 30 anos ainda pode preencher a lacuna da experiência, depois da saída de Lúcio Flávio.  

TUBARÃO - Daniel Costa 
O Peixe aposta em quem já deu bom resultado e já vestiu a camisa azul e preta. No Catarinense passado, o meia-atacante foi importante, ao lado de outros jogadores, na permanência e virou nome forte para o Tubarão que tenta voo mais alto. 

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