Sotaques no Catarinense 2018: os gringos no campeonato - Esporte - O Sol Diário
 

Estadual16/01/2018 | 07h39Atualizada em 16/01/2018 | 07h39

Sotaques no Catarinense 2018: os gringos no campeonato

Experiente e no segundo time do estado na carreira, argentino Martinuccio puxa a fila de nove estrangeiros no Estadual de 2018

Sotaques no Catarinense 2018: os gringos no campeonato André Palma Ribeiro/Avaí FC
À serviço do Avaí, Martinuccio é o experiente estrangeiro no Catarinense Foto: André Palma Ribeiro / Avaí FC
João Lucas Cardoso
João Lucas Cardoso

joao.lucas@somosnsc.com.br

Santa Catarina de diferentes sotaques, conforme região e colonização, ganha mais alguns com jogadores que estarão por aqui para defender equipes que disputam a edição deste ano do Campeonato Catarinense. São sete estrangeiros distribuídos em cinco dos 10 times que estarão em ação dentro das quatro linhas. O Avaí deve contar com até três gringos, entre eles o mais experimentado e rodado no futebol bretão.

Martinuccio tem no Leão seu segundo clube catarinense e o quinto brasileiro. O argentino nascido em Buenos Aires é um dos principais estrangeiros a disputar o Campeonato Catarinense. É o segundo ano seguido que ele estará na disputa estadual, depois de defender a Chapecoense no ano passado. O sangue latino se mistura com a raça azurra em uma combinação que o Avaí aposta na expectativa de ser vencedora.

— O sul-americano é meio assim, de lutar. Às vezes você pode não jogar bonito, mas você tem que ganhar, tem que correr, tem que lutar. Tenho esse espírito em mim, está incorporado — assegura Martinuccio (confira entrevista com o jogador).

Além dele, o Avaí tem no elenco o colombiano Arrueña, que não tem recebido oportunidades de atuar, e pode confirmar o paraguaio Guilhermo Beltrán, que passa por exames médicos e só assina contrato se aprovado. O estrangeiro que vem de um país mais distante é Toshi. O japonês, por sinal, está no Inter de Lages emprestado pelo Leão.

Os compatriotas de Alejandro Martinuccio, por sinal, são maioria entre os gringos. A Chape conta com Héctor Canteros, de 28 anos, e a dupla de Tubarão, Hercílio Luz e Tubarão têm cada um seu argentino. O Leão do Sul tem o meia Leonel, de 22 anos, e o Peixe dispõe do zagueiro Canavesio, de 24 anos. Por aqui, encontram um ambiente em que conseguem se adaptar com alguma facilidade. A atmosfera lembra o país de origem.

— Santa Catarina e o Sul do Brasil fazem lembrar, não são muito diferentes da Argentina e Buenos Aires. Da metade para baixo, o sul, faz lembrar um pouco. Não muito as cidades, mas as pessoas, o clima. Não muda muito — garante Martinuccio, que chegou a escolher a cidade em que hoje mora, Florianópolis, para passar 20 dias de férias entre 2016 e 2017.  

Os gringos do Catarinense

AVAÍ: Martinuccio (Argentina), Bryan Arueña (Colômbia) e Guilhermo Beltrán (Paraguai)
(Não confirmado como reforço)
CHAPECOENSE: Canteros (Argentina)
HERCÍLIO LUZ: Leonel (Argentina)
INTER DE LAGES: Toshi (Japão)
TUBARÃO: Canavesio (Argentina)

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