"Ninguém jogou a tolha", diz Bruno Pacheco sobre revés para o Nacional - Esporte - O Sol Diário
 

Libertadores01/02/2018 | 18h35Atualizada em 01/02/2018 | 18h43

"Ninguém jogou a tolha", diz Bruno Pacheco sobre revés para o Nacional

Chape precisa do triunfo por dois gols de diferença ou um, desde que marque dois ou mais

"Ninguém jogou a tolha", diz Bruno Pacheco sobre revés para o Nacional Sirli Freitas / Chapecoense / Divulgação/Chapecoense / Divulgação
Bruno Pacheco confia na classificação da Chape na Libertadores Foto: Sirli Freitas / Chapecoense / Divulgação / Chapecoense / Divulgação

O dia seguinte à derrota, por 1 a 0, para o Nacional-URU, em casa, na estreia da Libertadores, foi de análises dentro da Chapecoense. O time vai ter que buscar forças para a maratona de jogos que está por vir, entre eles o da volta no Uruguai, na próxima quarta-feira. A pergunta, agora, é como escapar da forte marcação e do tradicionalismo uruguaio que anularam a Chapecoense. Para o lateral-esquerdo Bruno Pacheco, a resposta é com criação e confiança.

– A gente poderia ter sido melhor, sim. Deixamos a desejar um pouco na criação de jogadas, mas a gente sabe que pode reverter esse resultado. Não vai ser fácil, mas ninguém jogou a toalha ainda. Está todo mundo consciente que a gente pode trazer essa classificação.

Bruno Pacheco destacou a superioridade da equipe uruguaia, mas afirmou não ter faltado empenho e dedicação dos jogadores da Chape. A ansiedade para a Libertadores pode ter atrapalhado o time, mas para o jogador o esquema tático do Nacional decidiu o jogo.

– Do outro lado tinha um grande adversário. Eles souberam neutralizar as nossas jogadas. Estavam praticamente com quatro laterais, impedindo a minha passagem e a do Apodi. No segundo tempo jogamos melhor, tentamos criar pelo meio, já que nas laterais estava difícil, mas o resultado não foi o que a gente queria.

A Chape quer surpreender o Nacional, no Uruguai. Tarefa difícil, mas não é impossível.

– A gente foi surpreendido dentro de casa. Da mesma forma que eles surpreenderam a gente aqui, nós temos totais condições de surpreendê-los no Uruguai. Vai ser um jogo dificílimo, muito mais que o primeiro. Temos que ter os pés no chão e saber que vai ter outra guerra. Eles ganharam a primeira luta, mas tenho certeza que a gente vai ganhar a segunda e sair de lá com a classificação.

Se quiser continuar na competição internacional, a Chape terá que vencer os uruguaios no forte território deles, seja por dois gols de diferença ou um, desde que marque dois ou mais.

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