Milton Cruz reclama de expulsão; presidente do Figueirense cobra arbitragem - Esporte - O Sol Diário
 

Na bronca12/03/2018 | 07h29Atualizada em 12/03/2018 | 07h29

Milton Cruz reclama de expulsão; presidente do Figueirense cobra arbitragem

Treinador alega que sofreu no clássico a primeira exclusão na carreira nesta nova função

Milton Cruz reclama de expulsão; presidente do Figueirense cobra arbitragem Marco Favero/Diário Catarinense
Milton Cruz diz que Figueira foi prejudicado no clássico Foto: Marco Favero / Diário Catarinense
DC Esportes
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O Figueirense empatou em 1 a 1 com o Avaí no clássico pelo Campeonato Catarinense 2018. O gol do empate foi sofrido nos acréscimos, mas os lamentos alvinegros foram por causa de outras situação no decorrer da partida disputada no domingo, no Orlando Scarpelli. O Figueira manifestou incômodo com marcações do árbitro Ramon Abatti Abel, entre elas a anulação de um gol no começo da partida. O técnico Milton Cruz reclamou de ter sido expulso. Segundo ele, a primeira vez em sua carreira.

— Fizemos um bom primeiro tempo, podíamos ter matado o jogo, tivemos um gol legítimo anulado. Não estou julgando a arbitragem, mas é lamentável em um clássico desse, ser punido. Nunca fui expulso na carreira, falei com o técnico do time deles, que me empurrou e fui expulso. Tive que tirar o Betinho porque estava sendo ameaçado de expulsão. É lamentável, primeira vez que fui expulso. Mas é um clássico, levamos um ponto e esperamos que no próximo jogo possamos fazer o dever de casa. A distância de seis pontos é uma gordura boa — disse o treinador, confiante pela vantagem sobre o arquirrival na briga por uma das vagas para a decisão do Estadual.

A entrevista pós-jogo do treinador foi precedeu a coletiva com o presidente Claudio Vernalha. Dirigente máximo do Figueirense, ele alega que Ramon Abatti Abel tem cometido erros quando ele está no apito de jogos do Alvinegro. No domingo, apontou Vernalha, foram seguidas falhas.

—Eu não comento arbitragem, o Milton também não. Mas estou sendo cobrado por isso, é uma série de repetições. Esse mesmo árbitro contra o Hercílio Luz nos prejudicou. Agora tivemos um gol mal anulado, o técnico do Avaí foi para cima do nosso jogador, empurrou o Ivan (Izzo, auxiliar), foi para cima do Milton, que também foi expulso. O Marquinhos deu um soco no Pereira, que depois foi ameaçado pelo árbitro. Está sendo recorrente o problema com árbitros específicos. Não gosto de falar, mas a repetição de um árbitro causando prejuízo ao Figueirense complica o trabalho. Se a arbitragem tivesse sido mais firme naquele momento de atitude desleal e descabida do técnico do Avaí, nada teria acontecido. Sem dúvida, a arbitragem foi muito responsável pelo que aconteceu em relação à violência — disse o presidente alvinegro.

Na próxima rodada do Estadual, o Figueirense recebe o Inter de Lages no Orlando Scarpelli, às 16h de domingo. Antes, o compromisso é pela terceira fase da Copa do Brasil. Na quarta-feira, às 21h45min, o Figueira precisa vencer o Atlético-MG para avançar.

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